Ivermectina: O que já se sabe sobre os benefícios contra a Covid-19

Foto da Internet

Falta consenso científico mundial sobre o assunto, mas há cada vez mais médicos convencidos de que aquela substância (Ivermectina) é uma solução segura e barata contra os efeitos da Covid-19 no nosso organismo.

O Infarmed está a analisar, a Agência Europeia do Medicamento também, mas Germano de Sousa, esse mesmo, o bastonário da Ordem dos Médicos entre 1999 e 2004, especialista em patologia clínica e professor da Faculdade de Ciências Médicas de Lisboa, já está a tomar. “Uso pessoalmente como uma profilaxia, enquanto aguardo que me chamem para tomar a vacina”, confessou, perante a audiência do webinar recentemente promovido pela Associação Nacional de Farmácias (ANF) sobre o assunto – justificando que, além dos seus 78 anos, o preocupa o facto de todos os dias receber centenas de pessoas no laboratório clínico com o seu nome, suspeitas de estarem infetadas com o coronavírus. E na sua equipa, acrescenta, há mais quatro pessoas a fazer o mesmo. “Há já muitas evidências dos seus benefícios”.

“Enquanto profissionais de saúde e de cidadãos temos o direito e o dever de exigir que as nossas autoridades de saúde tomem uma decisão sobre isto e não fiquem à espera do que dizem as entidades internacionais”, frisa ainda o internista do hospital de S. João no Porto, que já no final do ano passado, questionara também a razão para a Direção Geral da Saúde continuar a recomendar o remdesivir contra a Covid-19, “algo que já não é recomendado pela OMS.” O pior? Continua a não estar “disponível para discutir sobre os fármacos que podem salvar milhares de vidas”.

Divulgada a 10 de fevereiro, aquela sessão da ANF foi convocada para responder às inúmeras dúvidas dos profissionais das farmácias que têm sido confrontadas com um número crescente de prescrições médicas a solicitar a venda daquela substância.

Trata-se de um medicamento antiparasitário aprovado para uso humano desde 1987 e que, em 2015, deu o prémio Nobel da Medicina a dois investigadores, o americano William Campbell e o japonês Satoshi Omura, pelas descobertas sobre o seu uso para combater infeções provocadas por parasitas. Em meados do ano passado, foi apontado em vários estudos clínicos como benéfico no contexto da profilaxia e tratamento dos primeiros sintomas da Covid-19. Disso deram conta também, naquele encontro, os demais médicos que o prescrevem a muitos dos seus doentes – nenhum com registo de hospitalização. “Mas há também resultados de 57 ensaios, todos bastante credíveis”, remata António Ferreira.

Trata-se ainda do mesmo medicamento proposto ao ministério da Saúde no final de 2020 e que criou então algum burburinho. Nessa altura, já um grupo de médicos americanos tinham dirigido um apelo ao Senado para o uso deste fármaco no combate à pandemia, depois de vários casos o sustentarem desde que a substância fora testada in vitro por investigadores australianos que, em 48 horas, conseguiram destruir o coronavírus.

“Não recomendando mais contra o uso de ivermectina, os médicos devem sentir-se mais abertos a prescrever ivermectina como outra opção terapêutica”, lê-se no documento, considerando-se entao que este passo pode abrir caminho para uma futura a aprovação de utilização de emergência pela FDA.

Nas informações acima estão removidas textos de interesses que apenas querem trazer o desespero ao mundo. Pois este blogueiro teve a Covid-19, e não teve gravidades por causa do uso da Ivermectina.

Visão