Category: Cultura

Museu Câmara Cascudo recebe acervo de José Costa Leite

Na semana em que completa 94 anos, um sonho concretizado! O acervo de José Costa Leite, o mais antigo xilógrafo, poeta e cordelista vivo, já está no Museu Câmara Cascudo (MCC)! São 645 matrizes de xilogravura em madeira, cópias impressas de cada uma delas, feitas na Paraíba, além de peças inacabadas que permitem conhecer o processo de criação do artista pernambucano. Nada mais justo que esse feito seja comemorado prestando mais uma homenagem ao talentoso artista. Na terça-feira (27), José Costa Leite completou 94 anos de vida! 

Fruto da campanha lançada em novembro de 2020,  as matrizes de xilogravura foram levadas da casa do artista, na cidade de Condado, em Pernambuco, para João Pessoa, na Paraíba, onde foram impressas pelo xilógrafo Marcelo Soares, que já trabalhou com Costa Leite. Agora, todo o material foi entregue ao Setor de Etnologia do MCC. 

O projeto contemplado no Edital de Matchfunding BNDES+ Patrimônio Cultural 2020, do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES),  teve o objetivo de adquirir as matrizes de xilogravura do acervo pessoal de José Costa Leite. O MCC contou com o apoio da Fundação Norte-rio-grandense de Pesquisa e Cultura (FUNPEC) e de todos os benfeitores que contribuíram com o financiamento coletivo. 

Para Everardo Ramos, diretor do Museu Câmara Cascudo, o engajamento entre o BNDES e a sociedade foi de extrema importância para a concretização deste momento tão especial para o MCC e para a comunidade. “Preservar parte significativa de sua obra [de José Costa Leite] no MCC é de extrema importância, pois no museu – que é público, federal e universitário – as obras serão preservadas, estudadas por especialistas e disponibilizadas para todos os públicos, através de exposições e publicações”, afirma o professor Everardo.

O artista e poeta paraibano tem mais de 70 anos de carreira e produziu mais de 600 matrizes de xilogravura em madeira, que estavam guardadas em sua própria residência. Agora, a arte de Costa Leite será preservada e devidamente conservada dentro do acervo de etnologia do Museu Câmara Cascudo. 

Para que isso aconteça, de fato, as peças passam por um processo de avaliação para que possam ser destinadas à reserva técnica e, no futuro, à uma exposição. Jailma Medeiros, chefe do Setor de Etnologia, é a responsável pela equipe que faz o tratamento das peças artísticas. Elas estão sendo pesadas, medidas, higienizadas, tratadas, tombadas e fotografadas. 

“A chegada destes bens representa a ampliação de material de pesquisa para nossa universidade, favorecendo os estudos e a troca de saberes em uma área com bastante representatividade para a cultura brasileira, em especial a nordestina”, explicou Jailma. A previsão é que até dezembro o material esteja em uma exposição virtual no site do MCC. 

O céu e o mar em diálogos pela conservação da natureza

Tribuna do Norte - Museu Câmara Cascudo oferece bolsas para diversas áreas
Foto da Internet

A Barca dos Céus aporta essa semana no Museu Câmara Cascudo (MCC). Nos dias 23 e 24, o planetário da UFRN e o MCC realizam duas atividades para chamar a atenção do público sobre a Conservação da Natureza, além de receber uma convidada muito especial: Maurizélia de Brito Silva, chefe da Reserva Biológica do Atol das Rocas do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) em uma conversa que busca as conexões entre o céu e o mar no nosso planeta.  

Na sexta-feira, 23, às 18h, acontece a live “Conversas sobre o céu e o mar”, com o tema “A conservação da natureza e a importância do Atol das Rocas”. Além de Maurizélia, participam como mediadores a professora Auta Stella Germano, do Departamento de Física da UFRN, e Daniel Costa, biólogo e membro do Projeto Barca dos Céus. A transmissão será realizada de forma simultânea no canal do Youtube do MCC (youtube.com/mccufrn), além das páginas do Facebook do MCC (facebook.com/mccufrn) e do projeto Barca dos Céus (facebook.com/barcadosceus). 
Maurizélia chefia a Reserva Biológica do Atol das Rocas desde 1995 e já coordenou mais de 500 expedições científicas à unidade de conservação. O trabalho de Zelinha, como também é conhecida, foi reconhecido em 2011 no prêmio “Trip Transformadores”, além de ter sido homenageada com seu nome em três novas espécies descobertas no atol. Durante sua gestão, o Atol das Rocas foi reconhecido como Patrimônio Mundial Natural (UNESCO), além de ter entrado na Lista de Zonas Úmidas de Importância Internacional (lista de Ramsar). 
Já no sábado, 24, das 10h às 12h, a sessão virtual “Um ensaio sobre relações entre céu e mar”, elaborada e mediada pela equipe do Planetário da UFRN – Barca dos Céus, aborda a importância do oceano para nosso dia a dia e para o planeta, além do uso do céu para as navegações e os fenômenos e comportamentos de seres marinhos que sofrem influência da lua e do sol. A viagem ainda traz trechos de conversas com pescadores da costa potiguar. A atividade tem vagas limitadas e será realizada pela plataforma Google Meet, com inscrições prévias pelo Sigaa. 
As atividades fazem parte das celebrações do Dia Mundial da Conservação da Natureza, em 28 de julho, um dia para valorizarmos e celebrarmos a existência de espaços e ações que visam cuidar de forma mais controlada de áreas do nosso planeta, de seus ecossistemas e espécies, de modo a garantir a saúde ambiental desses locais e de nossa nave-mãe Terra. 
O planetário digital móvel Barca dos Céus é um projeto do Grupo de Pesquisas em Ensino de Física e de Astronomia do Departamento de Física da UFRN e tem entre os seus objetivos estimular o contato com o céu, resgatar conhecimentos tradicionais sobre os céus, além de trabalhar a astronomia para promover a consciência ambiental. 
As inscrições podem ser feitas de forma individual para cada uma das atividades e estão disponíveis no menu Extensão do Sistema Integrado de Atividades Acadêmicas (Sigaa/UFRN). 
Para Não esquecer
Conversas sobre o céu e o marA conservação da natureza e a importância do Atol das Rocas
Sexta, 23, 18hInscrições para certificados:https://sigaa.ufrn.br/sigaa/link/public/extensao/visualizacaoAcaoExtensao/91818584
A participação é aberta nas redes sociaisyoutube.com/mccufrnfacebook.com/mccufrnfacebook.com/barcadosceus
Sessão virtual “Um ensaio sobre relações entre céu e mar”Sábado, 24, 10hInscrições abertas: https://forms.gle/mVd8NVYqQ28RmZaX9 Google Meet – o link será disponibilizado apenas para os inscritos previamente

Aos 86 anos, professora faz campanha para conseguir lançar livro de memórias: ‘Nunca é tarde para se realizar um sonho’

Dona Teresinha já definiu o título do livro: "Educação por Amor - Minha história" — Foto: Arquivo da família
Dona Teresinha já definiu o título do livro: “Educação por Amor – Minha história” — Foto: Arquivo da família

Aos 86 anos, dona Terezinha de Macêdo Pereira ainda guarda memórias da infância difícil no município de Lagoa Nova, no Seridó potiguar. “Eu cresci trabalhando na agricultura. Meu sonho era estudar mas não conseguia pois não tinha possibilidade e meu pai não incentivada a gente estudar. Depois dos meus 13 anos eu consegui. Daí em diante, já comecei a ensinar em casa de família com um sonho ainda maior: ser professora. E eu alcancei”, conta dona Terezinha.

Depois de uma vida inteira dedicada à educação, ensinando na cidade vizinha de Currais Novos, a idosa não esquece dos sonhos que alimentavam a vida. Agora, ela quer escrever um livro. “Eu sempre gostei muito de ler, mesmo depois de aposentada, continuo lendo, estudando. Quando via aquelas matérias de pessoas com 90, 100 anos escrevendo livros me bateu essa vontade”, conta.

Incentivada pela família, especialmente, pelos netos, dona Terezinha não parou de escrever. As folhas de caderno já passam por revisão e agora, aguardam uma editora para publicação. Ela, toda orgulhosa, diz o que o leitor pode esperar com o livro: “Uma história de luta, de boa vontade, de determinação. Além de muito esforço e dificuldade. Conto como eu comecei a ensinar e como eu me sinto feliz quando encontro meus ex-alunos. Isso pra mim é muito gratificante”.

A rotina da agricultura continua presente no dia a dia da idosa. Mas apenas como parte dos cuidados no sítio Santa Rita, na Serra de Sant’Ana. Porém, quando tem um tempo livre, lá está dona Terezinha lendo e estudando. O amor pelos livros ajudou a começar os escritos, mas foi com o incentivo da família que o sonho começou a tomar forma.

“Por saber de toda a história da nossa avó, que foi uma professora determinada, que sempre amou a profissão, todos nós resolvemos apoiar e incentivar que esse sonho se realizasse”, conta Juliane Pereira, cabelereira e neta de dona Terezinha.

Campanha para publicação do livro

Porém, dona Terezinha sabe os altos custos para uma publicação e a família entra em cena novamente. Os netos criaram uma vaquinha on-line e um perfil no Instagram para divulgar e arrecadar o valor para publicar o livro, que é de R$ 6 mil. “Como não é uma coisa barata, não está sendo fácil. O processo é lento mas vai valer a pena”, comenta Juliana.

A escritora já definiu o título: “Educação por Amor – Minha história”. E nem poderia ser outro, afinal, essa vovó professora continua sendo exemplo para muitos alunos. Especialmente, quando o assunto é sonho. “Nunca é tarde para se realizar um sonho. Hoje, aos meus 86 anos, me sinto realizada e feliz. E peço a todo mundo: nunca desista dos seus sonhos”.

G1RN

Museu Câmara Cascudo celebra a Semana do Meio Ambiente com live e o lançamento de materiais pedagógicos

Interessante para quem gosta de folclore - Avaliações de viajantes - Museu  Câmara Cascudo - Tripadvisor
Foto copiada da Internet

O Dia Mundial do Meio Ambiente já passou, mas o Museu Câmara Cascudo (MCC) está apenas começando as celebrações para marcar o dia 05 de junho, data criada para chamar à atenção para os cuidados com a vida do planeta Terra. A programação começou nas redes sociais ainda no fim de semana, mas segue até a sexta-feira (11), em uma parceria dos setores Educativo e Cultural, além do setor de Estudos Ambientais da instituição. 

A primeira atividade começou na sexta-feira (04), com a divulgação de uma série de publicações nas redes sociais apresentando as diversas espécies de animais que vivem no Parque Prof. Raimundo Teixeira da Rocha, o Parque do Museu, localizado em uma área de sete mil m² no terreno do MCC e que abriga uma grande diversidade de plantas e animais característicos da nossa região. 

A ideia é parte da proposta pedagógica de estágio obrigatório de Adson Lucas, Aurea Estella, Elida Cassandra, Francielen Tomaz e Marcelo Moreira, alunos do curso de licenciatura em Ciências Biológicas da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), sob orientação da professora Silvia Groto. Em abril, o grupo apresentou a flora encontrada na área verde da instituição. Agora é a vez da fauna, representada por insetos, aves, pequenos macacos e répteis, como os saguis, abelhas, iguanas e o lindo anu-preto. As publicações já estão disponíveis no Facebook e no Instagram

A Semana do Meio Ambiente no MCC conta ainda com o lançamento de cartilhas, vídeos e conteúdos com temas relacionados ao meio ambiente. O Setor Educativo lança, na quarta-feira (09), um roteiro pedagógico de visitação ao Parque do Museu – o documento é voltado para professores e poderá ser usado, por enquanto, para visitas virtuais e, em breve para aulas de campo presenciais. Também serão lançadas duas cartilhas, uma sobre plantas medicinais, desenvolvidas pelo setor Educativo, e outra sobre o processo de Compostagem, resultado do estágio da estudante Priscila Silveira.

Para encerrar a programação, na sexta-feira (11), às 14h30, a professora Iracema Miranda, chefe do Setor de Estudos Ambientais do MCC, recebe José Petronilo da Silva Júnior, subcoordenador de Licenciamento e Controle Ambiental do IDEMA-RN, Boisbaudran Imperiano, da Sociedade Nordestina de Ecologia, e o professor Leonardo Versieux, do Departamento de Botânica e Zoologia da UFRN para uma conversa sobre a restauração de ecossistemas em ambientes urbanos, além do lançamento de um vídeo sobre o espaço verde da instituição. A live será transmitida pelos canais do MCC no Facebook e no Youtube

Museu Câmara Cascudo reserva semana para pensar o futuro dos museus

Museu Câmara Cascudo promove evento com palestras, oficinas, feira de  plantas e muito mais! - Apartamento 702
Foto Da Internet

Pelo segundo ano de portas fechadas por causa da pandemia da Covid-19, o Museu Câmara Cascudo (MCC) abre as janelas virtuais para celebrar mais uma Semana dos Museus. Na décima nona edição, os verbos são recuperar e reimaginar e propõe reflexões sobre o futuro dos Museus. No MCC, a programação começa já nesta terça-feira e segue até domingo, com conferências virtuais, apresentações audiovisuais dos acervos de paleontologia e arqueologia, propostas de jogos e atividades educativas, além da entrega das tão esperadas recompensas da campanha de financiamento coletivo “José Costa Leite para sempre”. Os interessados ainda podem se inscrever na aba de eventos, no menu extensão do Sigaa.
A programação começa já na terça-feira (18), com o primeiro dia da entrega das recompensas, das 9h às 17h, na sede do Museu Câmara Cascudo (Av. Hermes da Fonseca, 1398, Tirol, Natal/RN). Mas atenção! Se sua recompensa é um botton ou é parte de um combo com botton, é preciso esperar um pouco mais para receber o kit completo, ou optar por receber os demais itens da sua recompensa. As recompensas eletrônicas devem chegar por e-mail a partir da próxima semana. Quem mora fora de Natal, terá as recompensas enviadas pelo correio até a semana que vem. A entrega segue até a sexta-feira (21).

Na quinta-feira (20), às 15h, é a vez de desvendar os tesouros do acervo de arqueologia do MCC, incluindo duas das canoas indígenas mais antigas já encontradas no Brasil, descobertas na Lagoa de Extremoz, além das joias da cerâmica Tupi. Durante a Live, o professor Abrahão Sanderson Nunes, chefe do setor de Arqueologia no Museu, conversa com ngelo Corrêa e Flávio Calippo, do Departamento de Arqueologia da Universidade Federal do Piauí. O evento também vai marcar o lançamento de mais uma produção audiovisual do MCC, destacando o trabalho e o acervo de arqueologia. O vídeo também ficará disponível no canal do Youtube do museu. Para receber certificados nesta atividade, inscreva-se aqui.

Na sexta (21), às 11h (horário de Brasília), o Museu Câmara Cascudo será recebido pelo Museu de História Natural e da Ciência (MUHNAC) da Universidade de Lisboa, no programa Museus em Diálogo. Marta Lourenço, diretora da instituição portuguesa, recebe o professor Everardo Ramos, diretor do MCC para falar não somente das dificuldades enfrentadas pelas instituições museais durante a pandemia, mas para refletir sobre as possibilidades experimentadas nesse período em espaços virtuais – onde noções como espaço e tempo tornam-se secundárias. A conversa será transmitida simultaneamente nos canais do Youtube e Facebook do Museu Câmara Cascudo e do MUHNAC.

Já no sábado (22), às 15h, é dia de falar sobre dinossauros e da trajetória de trabalho dos paleontólogos desde os sítios arqueológicos até as exposições no museu. A conversa virtual será mediada por Glaudson Albuquerque (UFRN) e conta com a presença dos pesquisadores Aline Ghilardi (UFRN), Tito Aureliano (UNICAMP) e Pedro Tolipan (UFRN). Dessa vez, também tem lançamento de vídeo novo sobre o tema durante o evento e, logo depois, no nosso canal no Youtube. As inscrições para esta atividade já estão disponíveis.

Na manhã do domingo, a partir das 11h, é hora de se divertir com as crianças ou com a criança que vive dentro de você. A equipe pedagógica o MCC vai lançar uma série de jogos, como jogo dos 7 erros, caça-palavras e trunfo – sempre valorizando o acervo e o conhecimento produzido na instituição. Os material ficarão disponíveis nos canais virtuais do museu, basta baixar, imprimir e se divertir.

Os interessados em receber certificados da programação devem se inscrever em cada uma das atividades no portal de eventos, menu extensão do Sigaa. A programação completa está disponível no nosso site e na nossas páginas no Instagram e Facebook.

Confira a programação compelta da 19ª Semana dos Museus no Museu Câmara Cascudo:

18/05 a 21/05 (terça a sexta-feira) | 9h – 17h
Entrega de recompensas aos benfeitores da campanha
PROJETO “JOSÉ COSTA LEITE PARA SEMPRE NO MCC” (consulte: mcc.ufrn.br)
20/05 (quinta-feira) | 15h


Vídeo e Live


CERÂMICA TUPI E CANOAS INDÍGENAS NO ACERVO DE ARQUEOLOGIA DO MUSEU C MARA CASCUDO
Abrahão Sanderson Nunes (UFRN)
 ngelo Corrêa (UFPI)
Flávio Calippo (UFPI 
21/05 (sexta-feira) | 11h (Brasil) – 15h (Portugal)
Live
MUSEUS EM DIÁLOGO – O MUHNAC/UNIVERSIDADE DE LISBOA RECEBE O MCC/UFRN
Marta Lourenço (MUHNAC/UL – UMAC/ICOM)
Everardo Ramos (MCC/UFRN) 22/05 (sábado) | 15h
Vídeo e Live
DINOS DO MCC – DOS SERTÕES ÀS EXPOSIÇÕES
Aline Ghilardi (UFRN)
Tito Aureliano (UNICAMP)
Pedro Tolipan (UFRN)
Mediação: Glaudson Albuquerque (UFRN)
23/05 (domingo) | 11h
Jogos
JOGOS E ATIVIDADES EDUCATIVAS EM MUSEUS
Setor de Ação Educativa do MCC. Disponíveis no portal e nas redes sociais do MCC na internet.
Para não esquecer
Museu Câmara Cascudo reserva semana para pensar o futuro dos museus.

Eva Wilma morre em São Paulo, aos 87 anos

Eva Wilma
Foto de João Caldas

Aos 87 anos, morreu na noite deste sábado (15), em São Paulo, a atriz Eva Wilma. Internada desde 15 de abril no Hospital Albert Einstein para tratamento de problemas cardíacos e renais, em maio, a atriz teve descoberto um câncer de ovário.

“Comunicamos que a atriz Eva Wilma acaba de falecer às 22h08 no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, em função de um câncer de ovário disseminado, levando a insuficiência respiratória”, diz nota oficial sobre o falecimento da atriz.

Um dos principais nomes da dramaturgia brasileira, Eva Wilma foi bailarina clássica na juventude e teve passagens marcantes no teatro, no cinema e na televisão.

Eva Wilma foi casada com os atores John Herbert e Carlos Zara, já falecidos, e deixou dois filhos, Vivien Buckup e John Herbert Buckup Jr e cinco netos.

Agência Brasil

Mestres bonequeiros discutem futuro do Teatro de Bonecos no Rio Grande do Norte

Evento em celebração ao Dia Mundial do Teatro de Bonecos propõe uma reflexão sobre a manifestação

Museu Câmara Cascudo tem programação gratuita na Semana do Museu em Natal |  O que fazer em Natal e Região | G1
Foto da Internet

O teatro do João Redondo potiguar vai ocupar as redes sociais a partir deste sábado (20). Motivos não faltam: além de celebrar o Dia Mundial do Teatro de Bonecos – comemorado no domingo –, a proposta também busca revisitar a história e pensar sobre o futuro da manifestação, que é registrada como Patrimônio Imaterial desde 2015.

A iniciativa é do bonequeiro potiguar Julhin de Tia Lica, em parceria com o com o Instituto Nacional do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e Museu Câmara Cascudo (MCC). Serão dois encontros em formato de lives, o primeiro marcado para o sábado (20), às 16h, nas páginas do MCC no Youtube e Facebook. O segundo encontro, marcado para o dia 29 de março, às 19h, será transmitido pelo canal oficial do Iphan no Youtube

No sábado (20), o professor Everardo Ramos, diretor do MCC, recebe o Julhin de Tia Lica, além do professor André Carrico, do Departamento de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e pós-doutor em Artes da Cena pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Também participa da conversa, a educadora popular e bonequeira Catarina Medeiros, também conhecida como Catarina Calungueira. A artista é autora de um catálogo de brincantes do Seridó, organizou o 1º Festival de Mulheres Bonequeiras – que aconteceu de forma virtual em 2020 -, além de ter dirigido o curta “Ipueira também é terra de bonequeiras”. 

“A ideia é focar nos mestres antigos, na história, nos fundamentos. É mostrar ao público o que é o Teatro de Bonecos, o Teatro do João Redondo e a importância dele para a cultura popular”, conta Julhin, que vai aproveitar o momento para lançar o documentário “João Redondo: Passado, presente e futuro” em seu canal do youtube.

O segundo encontro, marcado para o dia 29 de março, pretende falar do futuro do Teatro de Bonecos e vai contar com a participação de Cláudio Machado, superintendente do IPHAN aqui no Estado, que recebe Tassos Lycurgo, Diretor do Departamento de Patrimônio Imaterial, além dos bonequeiros Alisson Costa e do próprio Julhin de Tia Lica. 

Durante os dois encontros, os participantes poderão assistir, em primeira mão, a trechos do documentário, com depoimentos dos mestres bonequeiros em atividade no Rio Grande do Norte. O filme está em fase de finalização e recebeu apoio da Lei Aldir Blanc de emergência cultural. 

Serviço:

Live Dia Mundial do Teatro de Bonecos

Data: Sábado, 20 de março, às 16h

Canal: www.youtube.com/mccufrn 

Página: www.facebook.com/mccufrn 

Data:  Segunda-feira, 29 de março, às 19h

Canal: www.youtube.com/iphangovbr 

Dia de Finados – Saiba um pouco da História

Da internet

Dia dos Fiéis Defuntos, Dia de Finados ou Dia dos Mortos é celebrado pela Igreja Católica no dia 2 de novembro.
Desde o século II, alguns cristãos rezavam pelos falecidos, visitando os túmulos dos mártires para rezar pelos que morreram. No século V, a Igreja dedicava um dia do ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém lembrava. Também o abade Odilo de Cluny, em 998, pedia aos monges que orassem pelos mortos. Desde o século XI os Papas Silvestre II (1009), João XVII (1009) e Leão IX (1015) obrigam a comunidade a dedicar um dia aos mortos. No século XIII esse dia anual passa a ser comemorado em 2 de novembro, porque 1 de novembro é a Festa de Todos os Santos. A doutrina católica evoca algumas passagens bíblicas para fundamentar sua posição (cf. Tobias 12,12;  1,18-20; Mt 12,32 e II Macabeus 12,43-46), e se apóia em uma prática de quase dois mil anos.
Segundo Léon Denis, um autor e médium espírita, o estabelecimento de uma data específica para a comemoração dos mortos é uma iniciativa dos druidas, pessoas encarregadas das tarefas de aconselhamento, ensino, jurídicas e filosóficas dentro da sociedade celta, que acreditavam na continuação da existência depois da morte. Reuniam-se nos lares, e não nos cemitérios, no primeiro dia de novembro, para homenagear e evocar os mortos.
Tradição por religião
Cristianismo protestante

Após a Reforma Protestante, a celebração do Dia de Finados foi fundida ao da Festa de Todos os Santos na Igreja Anglicana, ainda que tenha sido posteriormente desmembrada em certas igrejas coesas ao Movimento de Oxford no século XIX. A observância da comemoração foi restaurada, todavia, em 1980, por meio da publicação do livro litúrgico The Alternative Service Book, o qual define a data como “festividade menor” intitulada “Comemoração dos Fiéis Defuntos”.
Entre os protestantes históricos da Europa, a tradição foi mais tenazmente mantida. Mesmo a forte influência de Martinho Lutero não foi suficiente para abolir sua celebração na Saxônia durante sua vida e, apesar da sanção oficializada pela Igreja Luterana, sua memória sobrevive fortemente no costume popular.
Em 1816, a Prússia introduziu uma nova data para a lembrança dos mortos, com feriado, entre os cidadãos luteranos: era o Totensonntag, ou seja, Domingo dos Mortos, celebrado no último domingo antes do Advento. Este costume foi mais tarde adotado também pelos protestantes alemães, ainda que não se tenha espalhado muito além das regiões de maioria luterana na Alemanha.
Para a Igreja Metodista, são santos todos os fiéis batizados, de modo que, no Dia de Todos os Santos, a congregação local honra e recorda seus membros falecidos.
Espiritismo
Para os espíritas, visitar o túmulo é a exteriorização da lembrança que se tem do espírito querido, é uma forma de manifestar a saudade, o respeito e o carinho, pois segundo consta n’O Livro dos Espíritos, questão 320, a lembrança dedicada aos desencarnados os sensibiliza, conforme sua situação. Entretanto, nada há de solene comparando-se aos demais dias. Desde que realizada com boa intenção, sem ser apenas um compromisso social ou protocolar, desde que não se prenda a manifestações de desespero, de cobranças, de acusações, como ocorre em muitas situações, a visitação ao túmulo não é condenável, como nada o é no Espiritismo, apenas é conduzida à compreensão de forma lógica e racional. O espírito, ou alma, agora desencarnada, não se encontra no cemitério, e pode ser lembrada e homenageada através da prece em qualquer lugar. A prece proferida pelo coração, pelo sentimento, santifica a lembrança, e é sempre recebida com prazer e alegria pelo espírito desencarnado.


Wikipédia
(Isso não é uma verdade absoluta)

Cantor do ‘Convite de Casamento’, Adonis Antonio, confirma que fará live no mês de julho

O cantor Adonis Antônio foi o convidado do jornalista Ismael Medeiros e participou da live da Sidys TV no instagram, na noite desta quarta-feira (3). O parelhense que ficou consagrado em todo Brasil com a música “Convite de Casamento” contou o começo da sua carreira e revelou que pretende gravar o clássico em espanhol. Adonis também falou que está sendo incentivado por amigos a fazer sua live, que estuda a ideia para o mês de julho. “Tem muita gente pedindo, vamos relembrar grandes sucessos, na primeira ou segunda semana de julho”.

No bate-papo relembrou o ano de 1997, quando lançou seu CD. “Estava praticamente pronto o CD, gravava em Campina Grande e mudei tudo de última hora. Este nome Adonis Antônio, que é uma homenagem ao meu avô, foi o cantor Capilé que escolheu, já que meu nome de batismo é Adonis Araújo. La no estúdio eu conheci o Nino, que me apresentou várias letras”.

Adonis falou sobre a música Convite de Casamento, que é dos compositores Nino e Jefferson Farias. A canção estava encomendada para a dupla Zezé de Camargo e Luciano. “Depois de escolher várias músicas eu perguntei não tinha nenhuma outra. Nino disse que tinha uma, mas já estava encomendada. Depois de ouvir não resisti e disse pra ele que quem iria gravar seria eu, assim foi. Aconteceu e fiquei marcado com o ‘convite de casamento’ até hoje. Estou pensando em gravá-la em espanhol”, revelou.

Exposição fotográfica que retrata paisagens do RN será sediada na ALRN

Um olhar diferenciado para as paisagens do Rio Grande do Norte. Esse é o objetivo da exposição fotográfica “Brechando o Planeta” do artista Flávio Rezende, que estará aberta ao público, entre os dias 17 a 20 de março, no Salão Nobre da Assembleia Legislativa do RN.

A exposição contempla 30 fotos que revelam situações do cotidiano, focando em animais, paisagens, praias e personagens do Estado. Idealizada pelo jornalista, escritor, fotógrafo e blogueiro Flávio Rezende, a mostra promete atrair um olhar diferenciado do público que poderá ter acesso a visão do profissional premiado, ativista cultural e repórter fotográfico e autor de 27 livros publicados.

Essa é a primeira exposição de Flávio Rezende em 2020. “Representa mais um passo importante na consolidação da construção da memória fotográfica de Natal e do RN, que venho elaborando nos últimos trabalhos, visando ofertar aos futuros habitantes, uma visão fotográfica do hoje existente”, explicou o fotógrafo.

Revista Foco

O Salão Nobre também abrigará o lançamento da revista Foco Nordeste, dia 17 (terça-feira), às 10h, em alusão ao Dia Internacional da Mulher. “Serão 10 mulheres homenageadas e haverá a entrega do troféu Mulher de Destaque Potiguar. Cada homenageada tem uma matéria na revista com uma página”, explicou Marcus César, responsável pela publicação. A revista tem 18 anos e mais de 327 edições no Rio Grande do Norte.

Dia Internacional da Mulher: as mulheres que derrotaram soldados holandeses em Pernambuco

painel da artista Tereza Costa Rêgo sobre a batalha de Tejucupapo
JAN RIBEIRO/SECULT-PE/FUNDARPEImage caption A vitória das heroínas de Tejucupapo tem sido contada de geração a geração na zona da mata de Pernambuco. Na foto, painel da artista Tereza Costa Rêgo sobre a batalha

A palavra “heroína” faz parte do dia a dia das mulheres de Tejucupapo, distrito de Goiana, cidade na zona da mata de Pernambuco.

É assim que muitas vezes elas se referem a si próprias. “Pelo que vivi, sou uma heroína”, diz Luzia Maria, de 74 anos, presidente da associação local que também leva o termo no nome: “Heroínas de Tejucupapo”.

Na base do obelisco instalado num morro a poucos metros do povoado, a explicação: “Aqui, em 1646, as mulheres de Tejucupapo conquistaram o tratamento de heroínas por terem, com as armas, ao lado dos maridos, filhos e irmãos, repelido 600 holandeses que recuaram derrotados”.

O episódio no litoral pernambucano, em que as mulheres usaram paus, panelas, água fervente, pimenta e tudo que tinham em mãos como armas, marca o que é considerada a primeira batalha na história brasileira em que as protagonistas foram elas.

Moradoras de Tejucupapo mantém a tradição viva encenando a história da batalha
Image caption/Moradoras de Tejucupapo mantêm a tradição viva encenando a história da batalha

Em busca de comida, holandeses tentavam saquear a então vila de São Lourenço de Tejucupapo e escolheram o momento em que haveria poucos homens no local. Não esperavam que as mulheres estivessem organizadas e prontas para a luta.

Em 1648, essa participação feminina já tinha registro na História. No livro O Valeroso Lucideno, o frei português Manuel Calado, que presenciou os conflitos envolvendo Portugal e Holanda no Nordeste brasileiro, descrevia as tentativas de invadir Tejucupapo e as mulheres que brigaram ao lado dos homens que permaneceram na vila.

Nos séculos que se seguiram, pouco foi registrado em papel sobre o episódio. Mas, em Tejucupapo, a história continuou sendo contada, principalmente por meio da tradição oral das mulheres que se sentem herdeiras naturais daquelas guerreiras.

“Muito além do registro nos livros históricos, que foram escritos por homens e sobre homens, essa história tem uma força simbólica muito poderosa naquela comunidade. Estamos falando de uma história de 1646 que perpassou esse tempo todo ali, contada pelas mulheres, e reafirma que aquelas heroínas existiram e lutaram”, explica Luciana Lyra, dramaturga, atriz e pesquisadora que desenvolveu a sua tese de doutorado na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) sobre o tema.

Mais de 370 anos depois, a batalha segue viva no dia a dia de Tejucupapo. Todos os anos, as mulheres — entre pescadoras, marisqueiras, professoras, aposentadas e donas de casa — se organizam no último domingo de abril e lutam para “defender” a terra numa encenação que chega a reunir 10 mil pessoas, segundo estimativas da associação das heroínas.

“O ano todo a gente espera por esse momento mais emocionante, que é o da luta”, conta Dayse Alves, de 54 anos, auxiliar de cozinha que interpreta Maria Camarão, uma das protagonistas do feito histórico.

Soldados holandeses foram surpreendidos pelo grupo de mulheres do povoado
GRUPO CULTURAL HEROÍNAS DE TEJUCUPAPO/DIVULGAÇÃO/Image caption/Soldados holandeses foram surpreendidos pelo grupo de mulheres do povoado

As heroínas de ontem

Em 1646, fazia 16 anos que a Holanda conquistara parte do território do Nordeste brasileiro, uma região que ia do Estado de Sergipe até o Maranhão. Após anos de desenvolvimento urbano das cidades e da boa relação entre senhores de engenho com o então administrador da “Nova Holanda”, o conde Maurício de Nassau, os negócios começaram a desandar.

A cobrança de altos impostos pela Companhia da Índias Ocidentais, que administrava a colônia, e o fim do governo de Nassau, convocado de volta à Holanda pela empresa, levaram portugueses e pernambucanos a agirem.

Um ano antes do conflito de Tejucupapo, em 1645, havia começado a tomar corpo a Insurreição Pernambucana, um movimento que culminou com a expulsão total dos holandeses do território nove anos mais tarde na Batalha dos Guararapes.

“Apesar da tendência à glamourização do período holandês, foi uma época marcada por fome e violência. Ataques como o de Tejucupapo, para buscar comida, eram comuns. Por isso, no sentido bélico, o conflito ali não foi tão relevante num sentido geral da luta contra os holandeses, mas com certeza podemos dizer que abalou a moral das tropas, derrotadas por mulheres, e que tem impacto simbólico até hoje”, opina George Cabral, professor de história na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

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BBC

Baiacu na Vara e Bloco dos Garis animam a Quarta-feira de Cinzas em Natal

O carnaval ainda não acabou em Natal. Na manhã desta Quarta-feira de Cinzas (6), tem Baiacu na Vara e o Bloco dos Garis – marcando o encerramento da folia na capital potiguar. O Baiacu desfila às 9h pelas ruas da Redinha, na Zona Norte de Natal, e fecha com a apresentação do Frevo do Chico no palco armado na Praça do Cruzeiro. No mesmo horário tem o Bloco dos Garis, com a orquestra Terra do Sol.

Bloco Baiacu na Vara é um dos mais tradicionais do carnaval na praia da Redinha  — Foto: Divulgação
Bloco Baiacu na Vara é um dos mais tradicionais do carnaval na praia da Redinha — Foto: Divulgação

G1

Escritor Fernando Dahia lança livro “Evolução da Consciência” em Natal

Após lançar  a obra nacionalmente na Bienal Internacional de SP autor realiza noite de autógrafos na livraria Saraiva do Midway Mall

 

O escritor e palestrante carioca, Fernando Dahia, realiza em Natal no próximo dia 28, o lançamento do seu segundo livro “Evolução da Consciência: conhecimento para um novo começo”, obra lançada no mercado nacional, em agosto deste ano, durante a Bienal Internacional do Livro de São Paulo. Dahia apresenta o resultado de seu trabalho sobre o comportamento humano para o público potiguar em noite de autógrafos, a partir das 19h, na Livraria Saraiva, do Midway Mall.

O livro é editado pela Madras e promete levar o leitor à reflexão sobre diferentes temas do comportamento humano, que vão auxiliá-lo em sua evolução consciencial. Isto é, em sua trajetória como uma consciência deste planeta, tendo como objetivo principal ajudar as pessoas a serem mais felizes. Segundo Dahia, sua  obra é comportamental e nela apresenta seu conhecimento de muitos anos de estudo e reflexão no campo da Conscienciologia, um movimento dissidente do Espiritismo fundado pelo médico e médium brasileiro Waldo Vieira.

“Esta é uma obra para pessoas que buscam a compreensão da vida e dos seus desafios ao fazerem suas escolhas e, com isso, ter um futuro mais feliz. Convido o leitor a pensar sobre vários temas que considero importantes para se alcançar a evolução consciencial”, comenta. Entre eles nossas escolhas, o amor, o ciúme, a traição, as pequenas corrupções, o perdão, o autoconhecimento, o ego, preconceitos e os relacionamentos, por exemplo.

O livro

“A busca da felicidade é o que move o ser humano a fazer suas escolhas”. Muitos ainda as fazem movidos por desejos materiais, mas alguns já começaram a fazê-las motivados por um desejo sincero de fazer o bem, considerando a ética e o amor. Outros iniciaram a procura pelo seu “eu” e muito poucos já alcançaram a paz interior e a felicidade de viver em harmonia com tudo e com todos. Esses seres humanos estão no caminho da própria evolução consciencial.

“Evolução da Consciência: Conhecimento para um novo começo” foi escrito para ajudar todas essas consciências a encontrarem esse caminho de forma mais rápida. Podendo, realmente, ajudar o leitor em suas escolhas ao longo da sua vida, em sua evolução.

Quem acredita em ressoma, ou reencarnação, sabe que a cada vida, aprendemos coisas novas e que esse processo de aprendizado é o que se chama de evolução. Evolui-se cada vez mais, para, ao final de um ciclo evolutivo neste planeta, não necessitar mais encarnar. Já quem não acredita,mas da mesma forma deseja uma evolução consciencial pode encontrar o seu despertar nas páginas desta obra.

Dahia procurou escrever capítulos pequenos e de  leitura agradável para facilitar o aprendizado. Além disso, eles podem ser lidos em qualquer ordem, pois são independentes e estão em ordem alfabética. Os assuntos são do dia a dia, fruto de suas observações sobre o comportamento humano, suas próprias experiências de vida e de mensagens dos seus amparadores, também conhecidos como espíritos protetores.

O autor

Fernando Dahia é escritor e palestrante de temas de autoajuda e motivação. Nascido no Rio de Janeiro, mas potiguar de coração, se intitula “potioca” já que reside em Natal desde 1999. É engenheiro civil, mestre em Inteligência Artificial e auditor fiscal da Receita Federal aposentado. Reikiano gosta de aliviar as dores físicas e espirituais de quem necessita.  Dahia não esconde sua alegria de lançar a obra em Natal, cidade que adotou e onde fez muitos amigos.

Serviço

O que: Lançamento do livro “Evolução da Consciência: Conhecimento para um novo começo”.

Quando: 30 de setembro

Horário: 19 horas

Onde: Livraria Saraiva Midway Mall

​Escritoras lançam livro infantojuvenil no Dia Internacional da Amizade

As amigas e escritoras Glacia Marillac e Milena Azevedo escreveram o livro infantojuvenil Dora, Dara e as Estrelas, que tem capa assinada pelo jornalista Jackie Monteiro, retratando a amizade. O lançamento será realizado na próxima segunda-feira, 30 de julho, quando se comemora o Dia Internacional da Amizade.

O evento vai ocorrer no Teatro da Cultura Popular, a partir das 19 horas, e será embalado por músicas que, em diferentes épocas, marcaram a infância e adolescência, período de descobrimento da amizade. Todos poderão cantar, dançar e participar do “Dara, Dora e as estrelas” num show coletivo em tributo à amizade.

“Numa cidade em que a violência é crescente, é preciso reverberar ações que trabalhem para diminuir o medo e potencializem o amor nas mais diferentes vertentes” disse a historiadora e roteirista Milena Azevedo, uma das autoras do livro escrito a quatro mãos.

A publicação é mais um produto da Rede Eu Sou do Amor e conta com a parceria da CJA Edições.

O livro

Logo nas primeiras páginas o leitor é levado a tomar decisões e se posicionar.

Independentemente da escolha feita, a leitura instiga a refletir sobre muitas questões, entre elas, as diversas formas de ser e de agir em favor do bem comum”, esclareceu a jornalista Glácia Marillac.

No decorrer do texto, as autoras são provocativas. Armam situações que forçam a fazer escolhas em dilemas comuns a todos. Também brindam o leitor com personagens invejáveis, a exemplo da Tia Clara que, como diz Dora, “não tinha necessidade de agradar ninguém, não implorava o amor de ninguém, sabe se amar, amar e ser amada multiplicando cada vez mais o número de amigos que trabalham juntos por nobres causas”.

Serviço:

O que: Lançamento do livro “Dara, Dora e as estrelas”

Quando: 30 de julho

Horário: 19 horas

Onde: Teatro da Cultura Popular – Rua Jundiaí, 641 – Tirol.