Sesap orienta municípios do RN a retomarem intervalo de 85 dias para segunda dose de Oxford/Astrazeneca

Sesap orienta municípios a retomarem intervalo de 85 dias para segunda dose de Oxford/Astrazeneca — Foto: Patrícia Coelho/Divulgação SMS/PMPA
Sesap orienta municípios a retomarem intervalo de 85 dias para segunda dose de Oxford/Astrazeneca — Foto: Patrícia Coelho/Divulgação SMS/PMPA

A Secretaria Estadual de Saúde Público (Sesap) orientou os municípios do Rio Grande do Norte a retomarem o prazo de 85 para aplicação da segunda dose da vacina Oxford/Astrazeneca.

A recomendação é válida para as cidades que tenham pouco estoque do imunizante e acontece após um atraso na entrega de novas doses da vacina. O desabastecimento de vacina da AstraZeneca já suspendeu aplicação em cidades de 5 estados.

“Aqueles municípios que por ventura percebam que o número de doses que eles têm em estoque não vai dar vazão pra conseguir aplicar a segunda dose nesse intervalo de 56 dias devem retornar para aquele intervalo anterior. Isso só pra vacina da Oxford, a da Pfizer continua com 56 dias”, disse a coordenadora de Vigilância em Saúde da Sesap, Kelly Maia, em entrevista ao Bom Dia RN.

No dia 2 de setembro, por orientação do Ministério da Saúde, a Sesap reduziu o intervalo entre as doses de 85 para 56 dias.

No entanto, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) anunciou no dia 3 de setembro que ficaria duas semanas sem entregar doses de AstraZeneca para o Ministério da Saúde, porque houve atraso na entrega do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA), que é o componente usado para fabricar a vacina. O composto é importado da China.

Em Mossoró, segunda maior cidade do Rio Grande do Norte, as vacinas da Oxford/AstraZeneca acabaram e a prefeitura suspendeu a vacinação da população com o imunizante por volta na última sexta-feira (10). Ainda não há prazo para retomada.

“É importante esclarecer que o Estado só tomou essa decisão de diminuição do intervalo porque o Ministério da Saúde sinalizou que era possível e que os estados deveriam fazer essa adesão por causa da nova variante. Então nós fizemos a adesão, diminuímos o esquema vacinal e estamos com esse problema de continuidade no recebimento da vacina da Oxford”, explicou Kelly Maia.

Segundo ela, não há previsão de chegada de uma nova remessa de vacinas da Oxford/Astrazeneca no RN.

Em São Paulo, a prefeitura vai aplicar a vacina da Pfizer em 165 mil pessoas que estão com a 2ª dose da AstraZeneca atrasada. Já no Rio Grande do Norte, de acordo com Kelly Maia, não há previsão de uso da vacina da Pfizer para estes casos.

G1RN

Prefeitura de Natal abre propostas de empresas interessadas nas obras do Complexo Turístico da Redinha nesta segunda (13)

Projeto de como deverá ficar o Mercado da Redinha e o entorno, na Zona Norte de Natal — Foto: Prefeitura de Natal
Projeto de como deverá ficar o Mercado da Redinha e o entorno, na Zona Norte de Natal — Foto: Prefeitura de Natal

A prefeitura de Natal deve abrir, nesta segunda-feira (13), as propostas de empresas de todo o Brasil interessadas nos lotes de serviços para o Complexo Turístico da Redinha, na Zona Norte de Natal.

Segundo o município, a obra do complexo deverá englobar a reformulação completa do Mercado da Redinha, a criação de novos acessos ao local, abertura de nova rua ligando a ponte Newton Navarro ao mercado; construção de um deck para passeio, recuperação do quebra-mar e instalação de nova iluminação na área.

“Além disso, iremos promover novos 29 boxes e seis restaurantes na obra final do Complexo Turístico”, ressaltou o secretário Municipal de Obras Públicas, Carlson Gomes.

De acordo com o prefeito Álvaro Dias, a administração municipal planeja iniciar as obras o mais rápido possível, após sair o resultado das empresas vencedoras. A obra foi orçada em R$ 25 milhões, com recursos do Ministério do Turismo e do município.

“Pretendemos iniciar os serviços já nos próximos 40 dias e transformar, de vez, aquele setor de nossa cidade, dando pujança econômica para todo o segmento turístico que trabalhará no complexo e no seu entorno”, declarou.

As obras têm previsão de conclusão para 18 meses. “Se tudo correr bem na segunda e iniciarmos os lotes, temos uma estimativa de finalizar tudo dentro desse prazo. Mas acredito que pode sair até antes disso”, disse Carlson Gomes.

G1RN

Manifestação ‘Fora Bolsonaro’ na avenida Paulista é um verdadeiro fiasco em presença de público

Fotos: reprodução/Instagram: @janainacpaschoal

Sob o mote “Fora Bolsonaro” manifestações organizadas pelo MBL acontecem em algumas capitais do país neste domingo (12). Na avenida Paulista, local que constuma servir como referência para comparar a dimensão dos protestos, os manifestantes começaram a se concentrar nas imediações do Museu de Arte de São Paulo (Masp) ainda no fim da manhã.

Às 14h10, minutos após o horário previsto para o início da manifestação, este era o cenário na avenida Paulista. Os manifestantes se dividiam em pequenos grupos, bastante dispersos, portando bandeiras e faixas contrárias ao governo, nas imediações do Masp e do prédio da Fiesp.

As imagens foram divulgadas pela deputada estadual de São Paulo Janaina Paschoal em seu perfil no Instagram. Na publicação, a parlamentar escreve: “Vamos ver que números serão divulgados!”

BG

Com baixa adesão, manifestantes pedem impeachment de Bolsonaro no DF

Foto: Arthur Menescal/Especial Metrópoles

Manifestantes contrários ao governo federal se reúnem neste domingo (12/9) na Esplanada dos Ministérios e cobram o impeachment do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Até às 14h45, o movimento ainda tinha baixa adesão de participantes.

O ato é iniciativa do Movimento Brasil Livre (MBL), mas também une partidos de esquerda. “Nem Bolsonaro, Nem Lula”, que seria o mote inicial, foi substituído por “Fora Bolsonaro” na tentativa de ampliar o público da manifestação.

Os participantes vieram vestidos de branco, trazendo cartazes com dizeres contra o atual presidente da República. Um carro de som também compôs o movimento, tocando Jingles de oposição a Bolsonaro.

Metrópoles/BG

Rodrigo Pacheco: ‘Carta à Nação é uma sinalização positiva’

Foto da Internet

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), disse neste domingo (12) que viu a ‘Declaração à Nação’, assinada pelo presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), e elaborada pelo ex-presidente Michel Temer (MDB), como uma “sinalização muito positiva”. “Guardo expectativa e confiança de que ela se perpetue como uma tônica das relações entre os Poderes a partir de agora, porque isso é fundamental ao país”, afirmou.

A declaração foi feita durante homenagem a Juscelino Kubistchek no Memorial JK, em Brasília. Após convocar população para as ruas no último dia 7, e discursar afirmando que não iria mais cumprir decisão judicial do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, Bolsonaro se viu em meio a discussões sobre crime de responsabilidade e até pedidos de impeachment. Partidos de centro começaram a debater o assunto no Congresso.

A tensão entre os Poderes ficou ainda pior, com declarações dos presidentes do STF, Luiz Fux, do Senado e da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). Bolsonaro, então, teve que recuar, e quem veio em seu socorro foi o ex-presidente Temer, responsável pela indicação de Moraes ao STF. Na ‘Declaração à Nação’, Bolsonaro disse que nunca teve intenção de agredir os outros poderes e que sua palavras, “por vezes contundentes, decorreram do calor do momento”.

“O conteúdo da carta vai ao encontro do que pensamos do Brasil, que Poderes se respeitem e da lógica de cumprimento da Constituição, de observância ao bem comum. A vida do país passa por momento de crise, na iminência de inflação, fome, miséria, crise energética, crise hídrica que recomendam que se coloque à mesa qual o planejamento que temos para enfrentar esses problemas. Acredito na união nacional no que interessa ao povo brasileiro”, disse Pacheco neste domingo, ao lado do governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB)

Sobre as manifestações da última semana e deste domingo, o presidente do Senado afirmou que “todas são bem-vindas e precisam ser respeitadas”.

R7 / BG

Em uma semana, no Brasil, número de mortes por covid cai 9%; casos caem 13%

Foto da Internet

O número de mortes causadas pela covid-19 caiu 9% na Semana Epidemiológica 35, que vai de 29 de agosto a 4 de setembro, em comparação com a semana anterior. As informações estão no mais recente Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde sobre a covid-19 e foram analisadas pelo Diário do Poder.

Nessa Semana Epidemiológica, autoridades de saúde registraram que 4.352 pessoas não resistiram à covid-19, enquanto o boletim epidemiológico do Ministério da Saúde na semana anterior trouxe 4.801 óbitos.

O resultado representa uma continuidade da queda da curva de mortes. A média móvel diária de mortes ficou em 686.

O número de novos casos de covid-19 confirmados por autoridades de saúde teve queda de 13% na semana do levantamento. Nesse período, foram registrados 149.259 novos diagnósticos confirmados, contra 172.118 na semana anterior. A média móvel de casos (total no período divido por sete dias) ficou em 21.323.

O resultado da SE 35 marca a continuidade da trajetória de redução da curva de casos. A diminuição dos novos diagnósticos positivos de covid-19 foi iniciada em março, com um revés na SE 13.

BG

Extrema pobreza cresce 29% no RN; número chega a 600 mil pessoas

Foto copiada do BG

Cerca de 600 mil pessoas vivem em extrema pobreza no Rio Grande do Norte, isto é, 17% da população do Estado, de acordo com um estudo do economista Daniel Duque, pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Entre o primeiro trimestre de 2019 e janeiro de 2021, o índice da extrema pobreza passou de 13,1% para 17%, um crescimento de 3,9 pontos percentuais, o que significa um aumento de 29,7%. Foi o 6º maior crescimento entre os estados do Brasil, atrás de estados como Roraima (8,7 pontos percentuais); Ceará (4,4 pontos percentuais); e Pernambuco (4,4 pontos percentuais). A pesquisa da FGV traduz em números uma percepção cada vez mais presente nos centros urbanos do RN: pessoas pedindo dinheiro e comida em sinais de trânsito, ruas e supermercados.

Em relação à pobreza, o Rio Grande do Norte chegou a 40,7% da população (o que já inclui os 17% em extrema pobreza). Nesse caso, o Estado teve o 4º maior crescimento entre os estados do Nordeste, atrás apenas de Sergipe; Paraíba; e Pernambuco. O avanço da miséria e da fome foi flagrante em todo o país, uma vez que 24 das 27 unidades federativas registraram aumento da taxa da população considerada pobre ou muito pobre.

Tribuna do Norte /BG

“Bolsonaro fez um recuo tático, ele deve novamente aumentar a retórica política ao longo desse próximo ano. Faz parte do DNA dele”. diz cientista político

Bolsonaro apela a caminhoneiros para que não parem o país - Prisma - R7 R7  Planalto
Bolsonaro e seus seguidores no dia 07 de setembro / Foto da Internet

Em entrevista à CNN, o cientista político e diretor da agência Eurasia Group Christopher Garman afirmou que a carta do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) foi um “recuo tático”. Na declaração, ele diz que não tinha “nenhuma intenção de agredir quaisquer dos Poderes”.

Segundo o especialista, o chefe do Executivo tomou essa ação “vendo que nesse escalonamento ele poderia ser o maio prejudicado desse processo”.

Bolsonaro fez a declaração após a repercussão das manifestações de 7 de setembro, que, de acordo com Garman, foi “dramática”. Nelas, ele chegou a dizer que não cumpriria mais determinações do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

No dia seguinte, o presidente do STF, ministro Luiz Fux, declarou que qualquer chefe de Poder que descumprir decisões judiciais estará cometendo um crime de responsabilidade.

“Trégua temporária”

O cientista político também ressaltou que o comportamento próximo do conflito do presidente da República não deve mudar, mesmo com a carta. Essa é uma trégua temporária”, disse.

“Ele deve novamente aumentar a retórica política ao longo desse próximo ano. Faz parte do DNA dele, foi como ele foi eleito e é uma demanda da sua base.”

CNN

Movimentos de oposição organizam protestos contra Bolsonaro em várias capitais

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Divergências sobre o passado e interesses conflitantes em relação às eleições de 2022 são desafios para a oposição ampliar as forças pelo impeachment / Facebook/CNN

Parte da oposição vai às ruas neste domingo (12) para protestar contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Atos com o mote “Fora Bolsonaro” estão marcados para acontecer em 19 capitais do país ao longo do dia.

As manifestações são organizadas pelo Movimento Brasil Livre (MBL) e pelos grupos Vem Pra Rua e Livres. A articulação atraiu o apoio de políticos de direita, de centro e de esquerda, mas ainda mostra uma oposição dividida.

O PT e outras legendas de esquerda não aderiram aos protestos deste domingo e organizam outras manifestações contra o governo. A direção do PT já anunciou um ato contra Bolsonaro para 2 de outubro.

A manifestação prevista para este domingo na avenida Paulista, em São Paulo, deve reunir políticos de diferentes espectros. O MBL divulgou a presença do ex-ministro Ciro Gomes, candidato a presidente pelo PDT em 2018, e do ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (DEM), que deixou o governo nos primeiros meses da pandemia do coronavírus.

Além de líderes do grupo, como o deputado federal Kim Kataguiri (DEM-SP), devem participar o vice-presidente da Câmara dos Deputados, Marcelo Ramos (PL-AM), os senadores Alessandro Vieira (Cidadania-SE) e Simone Tebet (MDB-MS), os deputados federais Alessandro Molon (PSB-RJ), Orlando Silva (PCdoB-SP) e Tabata Amaral (sem partido-SP), e ainda João Amoedo, que foi candidato a presidente pelo Novo em 2018.

A manifestação conta com o apoio de centrais sindicais como a Força Sindical e a União Geral dos Trabalhadores (UGT). Outras, como a Central Única dos Trabalhadores (CUT), não participam.

As articulações em torno do protesto deste domingo e as adesões a ele começaram em paralelo à organização das manifestações de 7 de setembro a favor de Bolsonaro.

Depois da última terça, quando o presidente prometeu descumprir decisões judiciais do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), o movimento da oposição a Bolsonaro pareceu ficar mais robusto. O PSDB, por exemplo, decidiu se opor ao governo.

Mas as oposições não têm um acordo para um calendário único de protestos. A divisão é alimentada por ressentimentos do passado, como as divergências em torno do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), e pelas diferentes perspectivas dos partidos em relação às eleições de 2022.

A mobilização em torno das manifestações deste domingo também foi ofuscada pelo movimento da última quinta-feira (9) do presidente Bolsonaro, que publicou uma carta em que disse não ter tido a intenção de agredir outros poderes durante os discursos de 7 de setembro. O gesto, visto como tentativa de amenizar a crise institucional, contou com o apoio do ex-presidente Michel Temer (MDB), que colaborou na redação da carta e intermediou uma ligação telefônica entre o presidente e Moraes.

Na mesma quinta, um dia depois de o PSDB formalizar oposição ao governo, o presidente do partido, Bruno Araújo, classificou a iniciativa de Bolsonaro como positiva.

Em termos práticos, por enquanto, os movimentos de oposição também não têm uma sinalização de que podem alcançar o objetivo de conseguir a abertura de um processo de afastamento de Bolsonaro. As várias vertentes já formalizaram dezenas de pedidos de impeachment do presidente, mas nenhum foi adiante. Eles estão parados nas mãos do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL).

CNN

Natália Bonavides: “Não há nota que desfaça a ameaça golpista e o crime cometido”

Foto da Internet

A deputada federal Natália Bonavides (PT-RN) voltou a levantar o discurso de “golpe” ao criticar a carta de Jair Bolsonaro para tentar apaziguar o clima entre os poderes. De acordo com ela, houve um crime praticado pelo presidente.

“Foi a complacência com essa atitude que permitiu a ameaça golpista feita por ele no dia 7. Não há nota que desfaça a ameaça golpista e o crime cometido”, disse a parlamentar ao Agora RN.

Para parlamentares de oposição, o gesto de Bolsonaro não passa de fingimento e estratégia para um novo ataque, com consequências ainda mais danosas à já fragilizada economia brasileira.

O que vocês acham dessa deputada?

BG

Covid: Natal inicia vacinação de adolescentes de 17 anos com comorbidades ou deficiência neste sábado (11)

Covid: Natal inicia vacinação de adolescentes de 17 anos com comorbidades ou deficiência neste sábado (11) — Foto: Alex Régis/Prefeitura de Natal
Covid: Natal inicia vacinação de adolescentes de 17 anos com comorbidades ou deficiência neste sábado (11) — Foto: Alex Régis/Prefeitura de Natal

O município de Natal vai dar início, neste sábado (11), à vacinação de adolescentes de 17 anos com comorbidades ou deficiência permanente e privados de liberdade.

Os jovens devem procurar atendimento em um dos quatro pontos de drive-thru (Palácio dos Esportes, Via Direta, Sesi ou Nélio Dias) acompanhados dos pais ou responsáveis legais.

A partir da segunda-feira (13), a vacinação também estará disponível nas 35 salas espalhadas pela cidade.

Já a vacinação dos adolescentes privados de liberdade será realizada nas unidades em que eles estão.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, os adolescentes que possuem deficiência permanente devem apresentar laudo médico ou uma cópia do documento oficial de identidade com indicação de deficiência ou qualquer outro documento que indique tal condição, além do cartão de vacinação e comprovante de residência de Natal.

Para os adolescentes com comorbidades, será necessário apresentar cópia de um dos documentos como laudos com descritivo ou CID da doença ou condição de saúde; ou declarações com descritivo ou CID da doença ou condição de saúde; ou prescrições médicas (somente as que tiverem carimbo ou cupom grampeado da farmácia da UBS ou PROSUS ou UNICAT ou Hiperdia); ou relatórios médicos com descritivo ou CID da doença ou condição de saúde ou ainda cadastro no HIPERDIA, PROSUS ou UNICAT.

A lista das comorbidades descritas no Plano Nacional de Operacionalização pode ser acessada no site da prefeitura.

Para agilizar o processo de imunização, a Secretaria Municipal de Saúde ainda pediu que as famílias façam, com antecedência, o cadastro na plataforma RN Mais Vacinas.

A vacinação de pessoas com 18 anos ou mais segue sendo realizada em Natal. Até agora, o município vacinou 77% do público de 18 a 29 anos.

Doses recebidas

Natal recebeu, na manhã desta sexta-feira (10), 8.784 doses do imunizante Pfizer. O quantitativo, de acordo com a SMS, é considerado abaixo do necessário para ampliar a vacinação para outras faixas. O município possui 77.002 adolescentes entre 12 e 17 anos.

Segundo a Secretaria, a faixa etária para vacinação será ampliada à medida que o Ministério da Saúde enviar mais doses.

Segunda dose

A segunda dose dos imunizantes está disponível nos quatro pontos de drive-thru ou nas 35 salas de vacinação.

Pode receber a segunda dose da Coronavac quem completou 28 dias da primeira dose. A segunda dose da Oxford e da Pfizer está disponível para quem se vacinou até o dia 8 de julho.

As gestantes que tomaram a primeira dose com o imunizante Oxford e que, por recomendação do Ministério da Saúde, não tomaram a segunda dose, poderão completar seu esquema vacinal com o imunizante da Pfizer nas 35 UBS ou qualquer drive de vacinação.

G1RN

Caixa abre concurso público com 1000 vagas e oportunidades no RN

A Caixa Econômica Federal, por meio da Superintendência Nacional Trajetória e Desenvolvimento, divulgou a realização de seu novo Concurso Público que tem como objetivo a admissão, bem como a formação de cadastro reserva, de profissionais de nível médio.

Ao todo serão preenchidas 1.000 vagas para os cargos de Técnico Bancário Novo e Técnico Bancário Novo – Tecnologia da Informação. As vagas estão distribuídas entre os estados do Acre (9); Alagoas (12); Amazonas (28); Amapá (6); Bahia (50); Ceará (35); Distrito Federal (70); DF – Polo TI (100); Espírito Santo (10); Goiás (30); Maranhão (10); Minas Gerais (50); Mato Grosso do Sul (15); Mato Grosso (20); Pará (35); Paraíba (6); Pernambuco (40); Piauí (10); Paraná (35); Rio de Janeiro (85); Rio Grande do Norte (10); Rondônia (12); Roraima (6); Rio Grande do Sul (55); Sergipe (42); Santa Catarina (6); São Paulo (207) e Tocantins (6).

É importante enfatizar que as vagas são destinadas exclusivamente para pessoas com deficiência (PCD).

Aos profissionais admitidos, estes irão desempenhar funções em carga horária de 30 horas semanais e contarão com salários de R$ 3.000,00 ao mês.

PCI Concursos

BG

Comerciante é executado com cinco tiros em Felipe Camarão

Foto: reprodução/Portal BO

Um comerciante de 28 anos, identificado como Evangelista Cavalcante Monteiro Júnior foi assassinado no início da noite desta sexta-feira (10), na travessa Padre Cícero, no bairro Felipe Camarão, zona Oeste de Natal. De acordo com a polícia ele recebeu um chamado através de uma ligação confidencial para entregar um galão de água em um endereço, porém acabou surpreendido por criminosos que efetuaram cinco tiros contra a vítima que morreu na hora.

Ainda segundo informações policiais a moto de “Juninho”, como era mais conhecido, foi levada, no entanto a equipe da DHPP (Divisão de Homicídio e Proteção a Pessoa), que apurou as circunstâncias do crime, acredita que a hipótese de latrocínio (roubo seguido de morte), foge das evidências encontradas e relatadas no local. Evangelista era evangélico e não tinha envolvimento com atividades ilícitas.

A mãe da vítima foi a primeira familiar a chegar no local e já encontrou o filho sem vida. A Polícias Civil vai iniciar o trabalho investigativo ouvindo pessoas ligadas a Evangelista e tentar descobrir a verdadeira razão para o assassinato. O corpo do comerciante que trabalhava com o pai e os irmão em um depósito de distribuição de água foi levado para a sede do ITEP no bairro da Ribeira onde será necropsiado e liberado para o sepultamento.

Portal BO

BG

Reformas em imóveis aumentam na pandemia e impulsionam lojas de material de construção, móveis e decoração no RN

Larissa Cavalcante fez várias reformas em casa durante a pandemia — Foto: Arquivo pessoal
Larissa Cavalcante fez várias reformas em casa durante a pandemia — Foto: Arquivo pessoal

Uma pesquisa feita em todo país mostrou que pelo menos 11% dos brasileiros resolveram realizar reformas em casa durante a pandemia. Esse comportamento movimentou as lojas de material de construção e de móveis e decoração. Algumas delas, viram o faturamento subir até 30% por mês.

Cerca de 73% dos brasileiros passaram a ver suas casas de forma diferente por causa da pandemia da Covid-19. O distanciamento social, o trabalho e a escola remotos foram os principais vetores para essa vontade e necessidade de mudanças.

O dado é de um levantamento feito por uma das maiores imobiliárias digitais do país em parceria com um instituto de pesquisa de mercado.

Com os lares recebendo mais cuidados, as lojas de móveis e de artigos de decoração não sentiram a crise vivida por vários outros segmentos. Seus produtos passaram a ser prioridade nas compras de várias famílias.

Em uma loja localizada em Natal, escrivaninhas e móveis para escritórios foram os produtos mais vendidos em março e abril de 2020. Atualmente, os consumidores procuram mais por sofás e mesas de jantar. A demanda resultou em um aumento de mais de 30% no lucro da empresa, comparando com o período pré-pandemia.

“O que nos surpreendeu foi que essa lucratividade mensal não diminuiu. Muito pelo contrário, ela teve um crescente aumento. Talvez pelo pessoal não estar podendo fazer viagens e por toda a questão da pandemia e das medidas restritivas, passou a enxergar com um olhar mais específico essa questão do bem-estar e da sua casa”, explica o supervisor comercial David Torres.

O que também contribuiu para o aumento na procura por móveis foi o crescimento de vendas no mercado imobiliário durante a pandemia. Cerca de 17% dos brasileiros decidiram mudar de casa ou de apartamento no último ano, mesmo em meio à crise.

Quem decidiu se mudar para espaços maiores ou menores teve a necessidade de móveis novos e de reformas para adaptar os ambientes às necessidades da família.

Larissa Cavalcante faz parte do grupo de 11% da população brasileira que resolveu realizar reformas no lar durante a pandemia. Algumas mudanças na casa da jornalista já estavam planejadas. Outras surgiram depois que o dinheiro, guardado para viagens, teve que ganhar novas funções.

A casa ganhou novas formas, cores e espaços, como um ateliê para pinturas, um escritório organizado e reservado e o quarto, que agora tem uma saída para a piscina.

“Eu tinha um projeto de morar fora. E, na pandemia, como tudo mudou, isso também mudou. Primeiro, não tínhamos como sair do país. Segundo, estava tudo muito caro. Aí depois de tudo que aconteceu, de termos pego a doença, pensamos ‘poxa, se a gente tivesse morando em outro país, longe das nossas famílias, dos nossos amigos, o que ia acontecer?’. E aí desistimos de ir embora. Aí pegamos toda essa economia e investimos na nossa casa. E foi a melhor coisa que a gente fez, não nos arrependemos”, conta Larissa.

G1RN

STF decidirá presencialmente prazo para Lira analisar pedidos de impeachment contra Bolsonaro; relatora, Carmem Lúcia é contra fixar tempo

Lira pede "basta" às ofensivas de Bolsonaro contra o STF
(crédito: Cleia Viana/Camara dos Deputados)

O Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu nesta sexta-feira (10) o julgamento em plenário virtual sobre a determinação de prazo para o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), analisar pedidos de impeachment do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

O tema foi retirado de pauta após um pedido de destaque do ministro Ricardo Lewandowski. Com isso, o caso deverá ser analisado no plenário físico da Corte em data a ser definida pelo presidente do STF, Luiz Fux.

Em nota, o gabinete do ministro Lewandowski afirmou que ele “entende que a importância do tema demanda uma análise mais aprofundada em sessão presencial e não em julgamento virtual”.

Iniciado nesta sexta, o julgamento em plenário virtual, onde os ministros apenas depositam o voto no sistema e não debatem, já tem o voto da relatora, ministra Cármen Lúcia, que é contrária a fixação de prazo.

Para Cármen Lúcia, a legislação não dá prazo ao presidente da Câmara para analisar os pedidos de impeachment e, por isso, estabelecer esse prazo através do Judiciário feriria a independência dos Poderes.

Com o tema transferido para plenário, os ministro poderão debater antes da apresentação do voto. O pedido para a análise dos pedidos de impeachment por Lira em um tempo determinado foi feito pelo deputado federal Kim Kataguiri (DEM-SP) por meio de um mandado de injunção remetido ao Supremo em abril deste ano.

CNN Brasil / BG