Tião Couto: uma esperança frustada por usar a velha política contra o povo do RN

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Crédito da foto: Carlos Costa/Jornal de Fato/Arquivo

O ex-candidato a prefeito da cidade de Mossoró, que chegou a fazer muito sucesso ao encostar em Rosalba Ciarline, ficando em segundo lugar nas eleições, era uma esperança que começou a frustrar seu eleitorado.

O que ocorre quanto a esperança, é que Tião é um nome novo na política norteriograndense, e isso enchia de expectativa alguns eleitores, principalmente no reduto do médio oeste.

Mas no blog de Bruno Giovanni informa o quanto o senhor Tião Couto planejava usar seu nome novo para operar práticas velhas na política, e isso o povo não aguenta mais. 

Está concluso para decisão da Justiça Eleitoral uma ação em que Tião é apontado como comandante de um esquema de abuso de poder econômico quando disputou a prefeitura de Mossoró.

Segundo BG, a peça judicial é encabeçada por Tião Couto, como polo passivo, e que este fez gastos de dinheiro de forma irregular escancaradamente, sem respeitar a lisura do pleito.

Em dezembro do ano passado, após audiência com testemunhas, o MP pediu a quebra de sigilos de empresas para verificar a legalidade dos gastos. A ação apresentada é lastreada de provas que indicam ilegalidades.

Quando registrou sua candidatura, Tião informou dispor de R$ 1.194.755,74 e que, desse total, apenas pouco mais de R$ 204 mil estavam efetivamente disponíveis. O restante estava em aplicações.

No entanto, “Mesmo sem dispor dos bens, o candidato realizou doações de recursos financeiros – em dinheiro – que remontaram à quantia de R$ 1.414.000,00”, destaca o texto.

Apesar de anotar que aplicações financeiras não são facilmente resgatadas, o MP ainda considera que Tião possa ter utilizado o que estava aplicado, e ainda assim as contas não fecham, pois restaria saber “qual é a fonte dos R$ 219.244,26 que não foram declarados à Justiça Eleitoral”.

Ainda diz o Blogueiro BG que Tião Couto repassou dinheiro para uma senhora chamada de Lívia Lidiane da Rocha, a qual não prestou serviços nenhum durante a campanha; mas recebeu de Tião Couto mais de Cento e trinta e um mil Reais.

“Como pode uma pessoa que não vendeu materiais, não locou bens e nem prestou serviços à campanha ter recebido R$ 131.692,27? E o pior, num intervalo de sete dias e depois de passadas as eleições?

A AIJE ainda destaca que Lívia “possuía ligação direta com a campanha dos investigados, sendo funcionária de uma das empresas do candidato a prefeito Sebastião Filgueira Couto”.

Fica a pergunta: será que vale a pena apostar em um nome novo com as práticas da política velha?

 

Fonte: BG