Detalhes da Operação Fronteiras da PF

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Foto: da Internet

Segundo o MPF, as investigações tiveram início a partir de relato do colaborador e ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa e se desenvolveram com a análise de materiais apreendidos na 13ª fase da operação.

Os procuradores dizem que Costa ajustou com o cônsul honorário da Grécia no Brasil, Konstantinos Kotronakis, um esquema de facilitação de contratação de navios gregos por meio do fornecimento de informações privilegiadas e o pagamento de propinas.

Em um primeiro momento, o esquema era efetivado pela intermediação de Henry Hoyer de Carvalho e, depois, por intermédio de uma empresa de brokeragem constituída na Inglaterra e pertencente a Georgios Kotronakis, filho de Konstantinos, segundo o MPF.

“Dessa forma, os grupos Tsakos e Aegean, dos quais Konstantinos Kotronakis é, respectivamente, diretor e sócio-administrador, além das empresas Dynacom Tankers Management, Galbraiths e Dorian Hellas, com as quais o cônsul grego ostenta vínculos indiretos, formalizaram contratos de afretamento com a Petrobras, entre os anos de 2009 a 2013, em valores que superam US$ 500 milhões”, disseram os procuradores.

Pelo menos 2% desses valores era destinado ao pagamento de propina para funcionários públicos corrompidos, operadores financeiros e agentes políticos, afirma o MPF.

Fonte:http://g1.globo.com/pr/parana/noticia/pf-cumpre-mandados-da-43-fase-da-operacao-lava-jato.ghtml