Covid-19: Terror que era pregado pelo governo do Estado agora é pregado por governo de Natal

George Antunes, secretário de Saúde de Natal — Foto: Reprodução/Inter TV Cabugi
George Antunes, secretário de Saúde de Natal — Foto: Reprodução/Inter TV Cabugi

Antes, quando começou as histórias das quarentenas de 15 a 15 dias, coisa que já fazem mais de 70 dias da pregação do terror que antes era pregado pelo governo do Estado, agora está sendo pregado pelo governo da capital.

O secretário de saúde de Natal George Antunes foi à Inter TV Cabugi anunciar que o pico que no início seria em abril, depois em maio, adiado por duas vezes, agora será até o dia 15 de junho.

“Esqueçam decreto de governadora e de prefeitos. Esqueçam pelo amor de Jesus Cristo e fiquem em casa. Isso é o maior absurdo que a gente pode ver nos dias de hoje, se falar em flexibilização. O povo deve ficar em casa. Os poderes, os governantes, têm que ter a coragem de dizer o que são serviços essenciais nas suas cidades, o que é serviço essencial dentro desse estado, e não abrir comércio da forma como está sendo aberto, chamar o povo para a rua, distribuir máscara para causar sensação de falsa segurança”. A fala é do secretário de Saúde de Natal, George Antunes, na manhã desta segunda-feira (1º).

Em entrevista à Inter TV Cabugi, o secretário afirmou que a estimativa é que o pico da pandemia do novo coronavírus ocorra no estado próximo ao dia 15 de junho e se mantenha por pelo menos outros 15 dias. Por causa disso, ele afirmou que está “revoltado” com o apelo pela flexibilização do comércio e pela liberação em si, que já ocorre em algumas cidades do estado. “Estou completamente revoltado, você percebeu até o tom de voz meu que já mudou quando se fala nesse assunto. Para mim é um absurdo”, disse.

O problema que está bem claro é que eles não sabem de nada sobre o assunto, como não tem o que justificar pregam o “fique em casa” que já foi confirmado pelo governador de Nova Iorque, de que mais de 66% dos contaminados naquele Estado foram de pessoas que estavam confinados em suas casas, como também 85% dos que foram a óbitos.

G1RN

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