Category: Internacional

Quem é Joe Biden, novo presidente eleito dos EUA

Joe Biden com bandeira americana ao fundo
Com 78 anos na data da posse, Joe Biden será o presidente americano a assumir o cargo com idade mais avançada

Quatro anos depois de deixar a Casa Branca, Joe Biden voltará à sede do governo dos Estados Unidos. Mas, desta vez, será ele quem liderará o país.

Ele derrotou o atual presidente, Donald Trump, em uma eleição acirrada e atípica, realizada em meio à pandemia do novo coronavírus.

Com a apuração praticamente concluída na maioria dos Estados-chave, Biden conseguiu alcançar 273 dos 538 votos do Colégio Eleitoral, segundo projeção da BBC.

O democrata obteve vitórias importantes em Estados como Wisconsin, Michigan e Pensilvânia, que haviam sido conquistados pelo Partido Republicano nas eleições de 2016.

BBC

EUA: Trump reconhece vitória de Joe Bidin, bolsas de valores têm leve alta

Trump condena ataque feito ao Capitólio/ Fotos da Internet

As declarações “pacificadoras” do presidente americano, Donald Trump, chegaram como um alívio para os investidores após as turbulências dos últimos dois dias. Nesta sexta-feira, os principais índices apresentam leves altas, dando continuidade ao clima de otimismo e a expectativa por novos estímulos com a maioria democrata no Senado. Trump, após um discurso dúbio enquanto seus apoiadores invadiam o Capitólio, mudou de tom e condenou ontem a invasão pela primeira vez, dizendo que o ato foi marcado por “ilegalidade e caos”.

O presidente disse também que fará a transição para a posse de Joe Biden no próximo dia 20. Outro tema no radar dos investidores nesta sexta-feira são os números de desemprego nos EUA: a criação de empregos deve ser a menor desde o início da retomada, em maio, diante da alta de casos de covid-19 no país. 

Exame

Trump promete ‘transição ordeira’ após Congresso ser invadido e depois ratificar vitória de Biden

O presidente dos EUA, Donald Trump, discursa para apoiadores enquanto o Congresso se reúne para certificar a vitória de Biden — Foto: Evan Vucci/AP
O presidente dos EUA, Donald Trump, discursa para apoiadores enquanto o Congresso se reúne para certificar a vitória de Biden — Foto: Evan Vucci/AP

Após o Congresso americano ratificar a vitória de Joe Biden nas eleições presidenciais de novembro na madrugada desta quinta-feira (7), o presidente dos Estados UnidosDonald Trump, afirmou que “haverá uma transição ordeira em 20 de janeiro”.

“Embora isso represente o fim do maior primeiro mandato da história presidencial, é apenas o começo de nossa luta para tornar a América grande de novo”, afirmou Trump ao reconhecer a derrota para Biden, que tomará posse no dia 20.

A declaração foi publicada pelo porta-voz da Casa Branca, Dan Scavino, e foi feita após apoiadores do presidente invadirem o Capitólio, sede do Congresso americano, e causar a suspensão da sessão. Quatro pessoas morreram durante a invasão, segundo a polícia.

“Mesmo que eu discorde totalmente do resultado da eleição, e os fatos me confirmem, haverá uma transição ordenada em 20 de janeiro”, afirmou o presidente dos EUA.

Trump tem se recusado a reconhecer a derrota para Biden e afirma que houve “fraudes massivas” na eleição, apesar de não haver nenhuma prova ou evidência de que isso tenha ocorrido.

Renúncias na equipe

Segundo o canal de televisão CNN, o comunicado foi feito também para evitar uma onda de renúncias na equipe presidencial. Desde o início dos protestos, pelo menos três funcionários do governo Trump entregaram seus cargos:

  • Stephanie Grisham, ex-diretora de comunicações da Casa Branca e ex-secretária de imprensa e atual chefe de gabinete da primeira-dama Melania Trump
  • Ryan Tully, diretor-sênior para Assuntos Europeus e Russos, renunciou ao Conselho de Segurança Nacional
  • Matt Pottinger, vice-conselheiro de Segurança Nacional
  • John Costello, vice-secretário-assistente de inteligência e segurança do Departamento de Comércio
  • Mick Mulvaney, ex-chefe de gabinete de Trump e atual enviado especial à Irlanda do Norte

Certificação no Congresso

A sessão do Congresso foi retomada após horas de interrupção causada por extremistas apoiadores de Trump, que invadiram o Capitólio, e foi encerrada às 5h44 (horário de Brasília) desta quinta-feira (7), após o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, proclamar o resultado da eleição.

“O anúncio do estado da votação pelo presidente do Senado será considerado uma declaração suficiente para as pessoas eleitas presidente e vice-presidente dos Estados Unidos para o mandato que começa no dia 20 de janeiro de 2021 e será inscrito junto à lista de votos nos jornais do Senado e da Câmara dos Representantes”, afirmou Pence após a contagem dos votos do Colégio Eleitoral.

Em condições normais, a sessão seria um procedimento meramente formal. Mas Trump pressionava Pence, que presidiu a sessão porque o vice-presidente dos EUA também ocupa o cargo de presidente do Senado, a não aceitar a certificação de Biden.

Ao retomar a sessão, Pence — que também saiu derrotado na tentativa de se reeleger como vice na chapa de Trump — criticou a invasão do Capitólio e celebrou a volta da sessão.

“Para aqueles que causaram estragos em nosso Capitólio hoje: vocês não ganharam”, disse Pence durante seu discurso na reabertura.

“A violência nunca vence. A liberdade vence. Ao nos reunirmos novamente nesta câmara, o mundo testemunhará novamente a resiliência e a força de nossa democracia. E esta ainda é a casa do povo. Vamos voltar ao trabalho”, concluiu.

O vice-presidente dos EUA, Mike Pence, anuncia a eleição de Joe Biden e Kamala Harris como presidente e vice-presidente do país durante sessão conjunta do Congresso americano, que confirmou o resultado do Colégio Eleitoral, em 7 de janeiro de 2021 — Foto: Andrew Harnik/AP

O vice-presidente dos EUA, Mike Pence, anuncia a eleição de Joe Biden e Kamala Harris como presidente e vice-presidente do paísFoto: Andrew Harnik/AP

G1

Morre mulher baleada na invasão ao congresso nos EUA

Foto da Internet

Morreu na noite desta quarta-feira (6) a mulher baleada durante a invasão ao Congresso dos EUA na sessão que poderia confirmar a vitória de Joe Biden na eleição presidencial, de acordo com a NBC e a polícia do Distrito de Columbia, onde fica Washington. A vítima estava em estado crítico de saúde após ter sido ferida no peito. 

Imagens da “MSNBC” mostraram a mulher sendo transportada em uma maca enquanto sofria uma forte hemorragia logo após serem ouvidos gritos que alertavam sobre tiros dentro do Congresso. Ainda não está claro quem é o autor do disparo.

Segundo as informações vindas da mídia americana, os apoiadores de Trump invadiram o plenário da Câmara dos Representantes, que havia sido esvaziada, e confrontaram agentes de segurança. Para driblar a polícia e entrar no edifício, diversos manifestantes quebraram janelas e abriram portas à força.

Os agentes utilizaram gás lacrimogêneo nas escadas do edifício, mas dezenas de pessoas conseguiram entrar nos plenários da Câmara e do Senado, enquanto os congressistas eram retirados, assim como o vice-presidente Mike Pence, que deveria presidir a sessão.

A sessão formalizaria a vitória do democrata Joe Biden nas eleições que o presidente republicano Donald Trump afirma que foram fraudulentas, mas sem apresentar provas.


R7

Brasil segue em 1º lugar na recuperação da Covid-19

Prefeitura de Caxias do Sul confirma mais de 6 mil moradores infectados  pelo coronavírus - Geral - Pioneiro
Foto da Internet

O Brasil mantem-se na frente quando o assunto é recuperação da Covid-19, está em 1º lugar há alguns meses.

O Brasil tem 4.137.521 pessoas testadas positivas com o vírus, destas estão curadas 3.522.155, mais de 80% dos que foram infectados estão fora de perigo, e estão fazendo imunidade efeito rebanho.

Os EUA continua testando positivo papa o coronavírus em grande escala e já atingiu o número de 6.277.947, destes foram a óbitos 188.942 pessoas.

A Índia mantem o menor número de mortes por infectados, com 4.204.613 pessoas testadas positivas com o coronavírus, foram registrados as mortes de 71.642 pessoas.

ABSURDO: Campeão mundial de kickboxing e esposa são condenados a 16 anos de prisão e 74 chibatadas por tirar o véu islâmico

Foto / Shabnam Shahrokhi/ Instagram

O campeão de kickboxing iraniano Ahmad-Moin Shirazi e sua esposa Shabnam Shahrokhi foram condenados a um total de 16 anos de prisão por Shahrokhi ousar tirar seu hijab, o véu islâmico, em público. Os juízes do país islâmico condenaram Ahmad Shirazi a 9 anos de prisão e sua esposa a 7 anos, 74 chicotadas e 3 meses de trabalho não-remunerado.

O campeão de kickboxing e a esposa foram presos em 2019, após postarem no Instagram uma foto dos dois com os filhos. O casal tem quase 1,5 milhão de seguidores combinados em suas contas separadas no Instagram. Eles foram acusados ​​de “espionagem”, advertidos sobre suas atividades nas redes sociais e detidos por 1 dia, antes de serem libertados sob fiança.

Segundo os juízes do Tribunal Revolucionário no Irã, Ahmad Shirazi incitou “devassidão e prostituição” ao postar a foto sem o véu. Os dois foram acusados de “propaganda contra o regime”, postar conteúdo “obsceno e vulgar” e “espalhar corrupção moral”.

Moin-Shirazi disse que eles foram intimados várias vezes pelo Ministério da Inteligência iraniano.

Depois de perceber que o Tribunal Revolucionário estava tentando condená-los de alguma forma, o casal deixou o Irã com seus filhos e se exilou na Turquia, segundo a ArabNews.

As autoridades iranianas são conhecidas por prender influenciadores de mídia social que postam vídeos de dança ou aparecem sem usar o véu islâmico obrigatório e vestimenta longa.

O casal foi informado de suas sentenças pelo advogado, acrescentando que pretende apelar da decisão do tribunal.

Conexão Política

Explosão em Beirute abriu cratera de 43 metros de profundidade

megaexplosão no porto de Beirute criou uma cratera de 43 metros de profundidade, disse uma fonte de segurança libanesa neste domingo (9), referindo-se a uma avaliação de especialistas franceses que estiveram no local, segundo a agência France Presse.

A explosão de terça-feira (4) devastou bairros inteiros, deixando mais de 300.000 pessoas desabrigadas e causando mais de 150 mortes e 6.000 feridos, além de dezenas de desaparecidos.

Passo a passo mostra os detalhes da explosão em Beirute, no Líbano, que ocorreu na terça-feira (4) — Foto: Guilherme Luiz Pinheiro/G1

G1

A China e a OMS poderá ser acusadas de espalharem Fakes News também?

Com as novas medidas tomadas de forma arbitrária pelo ministro Alexandre de Moraes, com apoio da maioria dos colegas do STF, de mandar prender alguns jornalistas e youtubers por causa de possíveis Fake News. Com a Lei de Fake News que foi aprovada no senado, faltando a votação na Câmara Federal, fica uma pergunta proposital: vai ter como enquadrar a China e a OMS na lista de quem espalham Fake News?

A OMS como órgão internacional não responde a jurisdição brasileira (nem a China), mas bem que seria bom que respondesse, pois dizem que a OMS tem espalhado muitas notícias falsas (Fakes News) que prejudicou decisões importantes para o mundo e o Brasil.

Diz os jornalistas do Pingos nos Is que a OMS escondeu a história do Covid-19 do mundo todo, ainda em 2019, em coluio com a China.

Uma hora a OMS diz que não é para se usar máscaras, depois diz que é para usar. Diz também que as crianças não contaminariam os idosos com o coronavírus, depois diz que contaminam, diz que a Cloroquina não deve ser usada para combater a doença, depois de que deve. O tempo todo a OMS vem dizendo e desdizendo tudo que diz, e o mundo fica sem saber como se reorganizar por seguir as orientações desse incompetente órgão internacional.

Agora a China espalhou outra forma de terror, de mortandades causadas por outro vírus, dizendo que esse vírus já matou muita gente no Cazaquistão, que é mais letal que o coronavírus, o que foi desmentido pelo Ministério de Saúde daquele país. A notícia chinesa foi classificada como Fake News.

Dá para acreditar na China e na OMS?

AS PRAGAS DO EGITO: Nuvem de gafanhotos ataca Argentina e pode chegar ao RS

Ver imagem no Twitter

Uma nuvem de gafanhotos na Argentina deixou a fronteira com o Rio Grande do Sul em alerta, já que a praga pode se deslocar e chegar em território brasileiro.

O Serviço Nacional de Saúde e Qualidade Alimentar da Argentina (Senasa) compartilhou nesta terça-feira (23) um mapa com as regiões em perigo, e uma parte do Rio Grande do Sul está inclusa.

Os insetos chegaram na Argentina na última semana, no dia 17, depois de passarem pelo Paraguai. Com os fortes ventos, o deslocamento dos gafanhotos é impulsionado. As autoridades da cidade de Córdoba informaram pelo Twitter que estão monitorando a situação e que existe um protocolo de trabalho para ser ativado em caso de pragas.

Pela mesma rede social, o Ministério da Agricultura e o Senasa mostraram o impacto dos gafanhotos em uma plantação de milho, que ficou destruída depois da passagem dos insetos.

As nuvens costumam acontecer quando o número de membros da população tem um salto exagerado e falta comida na região, fazendo com que todos saiam atrás de alimento. Uma nuvem pode ter até 40 milhões de insetos, como informam as autoridades argentinas.

Apesar dos danos às plantações, os gafanhotos não atacam ou oferecem riscos aos seres humanos, vilas e propriedades.

R7

Policial que assassinou homem negro em Atlanta é demitido

Garret Rolfe, policial que matou jovem negro em Atlanta (EUA) na última sexta-feira, 13, foi demitido neste domingo, 14. Episódio reacende protestos antirrascistas.

Um policial de Atlanta, nos Estados Unidos, apontado como o responsável pelo assassinato de Rayshard Brooks durante abordagem na última sexta-feira, 12, no estacionamento de um restaurante, foi demitido neste domingo, 14. Outro agente também envolvido no episódio foi transferido para serviços administrativos.

Identificado como Garret Rolfe, ele integrava a corporação desde 2013. Devin Brosnan, contratado em 2018, seguirá prestando trabalhos internos à corporação. As informações foram divulgadas em comunicado pelo sargento John Chafee.

A nova morte de um homem negro após ação policial motivou nova onda de protestos em Atlanta e outras regiões dos EUA. O novo crime de racismo também provocou a saída da chefe de polícia local, Erika Shields, que renunciou ao cargo.

Entenda o caso da morte de Rayshard Brooks

Rayshard Brooks, de 27 anos, foi alvejado pelas costas durante tentativa de detenção em um estacionamento de um restaurante em Atlanta. Ele dormia dentro de seu carro quando foi autuado por policiais, sob a justificativa de estar atrapalhando a entada do drive-thru.

A abordagem, que durou cerca de 40 minutos, foi filmada por câmeras de segurança do estabelecimento. Pelo circuito, é possível ver que Brooks resiste ao momento em que vai ser algemado. Além disso, segundo informações de um escritório de investigação da Geoórgia, durante a abordagem Brooks conseguiu roubar uma arma de choques dos policiais e foi baleado quando a apontou para um dos oficiais.

Em entrevista à imprensa local, o advogado da família da vítima L. Chris Stewart questionou o uso da força desproporcional do agente. “Na Geórgia, um Taser não é uma arma mortal – essa é a lei”. “Acho que o apoio chegou em dois minutos. Ele teria sido preso e preso. Por que você teve que matá-lo?”

Catraca Livre

Um governo no Japão limitou o tempo dos videogames, um garoto está revidando.

O Tokyo Game Show.  O advogado de Wataru, Tomoshi Sakka, disse que as regras do tempo de exibição violam os direitos à liberdade de expressão e limitam a autoridade do governo.
O Tokyo Game Show. 
O advogado de Wataru, Tomoshi Sakka, disse que as regras do tempo de exibição violam os direitos à liberdade de expressão e limitam a autoridade do governo.Crédito…Martin Bureau / Agência France-Presse – Getty Images

TÓQUIO – Até recentemente, a única oportunidade que Wataru, um estudante do ensino médio de 17 anos no Japão, teve de interpretar um herói foi quando mergulhou em jogos de RPG online.

Mas depois que o governo da província de Kagawa, na ilha de Shikoku, limitou a quantidade de tempo que os jovens poderiam passar jogando videogame ou usando a internet, ele vestiu o manto dos cruzados pelos direitos das famílias para decidirem por si mesmas quanto de jogos é necessário.

Ele pediu a ajuda de um dos principais advogados do país para processar o governo. Se tudo correr conforme o planejado, ele pode se tornar uma das poucas pessoas no Japão a vencer um desafio constitucional às leis do país.

“Pensei que, em vez de esperar que alguém agisse em meu nome, se eu agisse por mim mesmo, isso poderia ter um poderoso impacto na sociedade”, disse Wataru, cujo sobrenome está sendo oculto por ser menor de idade, disse durante uma entrevista em vídeo recente (que usou parte de sua distribuição diária on-line).

Em abril, Kagawa se tornou a primeira jurisdição no Japão a promulgar regulamentos destinados a combater o vício em videogame, pedindo aos pais que estabelecessem limites de tempo – não mais que 60 minutos nas noites escolares e uma hora e meia nos finais de semana. As regras se aplicam a qualquer pessoa com menos de 20 anos de idade, a maioridade no Japão, e, embora não possuam mecanismo de imposição, há uma forte pressão social para seguir as sugestões oficiais.

Sob as melhores circunstâncias, as regras seriam difíceis de vender no Japão, o berço do Mario Bros. e do Pac-Man. Mas o país, como muitos outros, tem lidado com preocupações de que longas horas jogando videogame poderiam prejudicar a saúde física das crianças, os laços sociais e o desempenho escolar.

A Organização Mundial da Saúde adicionou “transtorno de jogo” a uma lista de doenças oficialmente reconhecidas em 2018. Os esforços para conter o problema se concentraram na educação e na regulamentação mais rigorosa da indústria de jogos, em vez de restrições de difícil aplicação no uso individual.

Na União Européia e na Grã – Bretanha , os reguladores consideraram regras destinadas a limitar recursos semelhantes aos cassinos que os fabricantes de jogos empregam para promover comportamentos viciantes. No Japão, o governo nacional reuniu especialistas como psicólogos infantis e executivos de videogames para fornecer recomendações sobre como lidar com o problema.

nytimes

Violência policial nas ruas causa protestos nos EUA

Foto cedida

Os protestos contra a violência policial escalaram nos Estados Unidos na madrugada desta sexta-feira. Manifestantes chegaram a incendiar uma delegacia de polícia contra a morte de George Floyd, um homem negro que foi sufocado por um policial que apertou seu pescoço contra o chão com o joelho.

O ato, em Minneapolis, foi filmado e fotografado, e reavivou as discussões sobre mortes de jovens negros por policiais. Os protestos se espalharam por outras partes dos EUA, como Nova York, Denver e Chicago.

O departamento nacional de Justiça enviou a Minnesota investigadores do FBI para investigar o caso. O presidente Donald Trump foi na contramão dos esforços federais: um tuíte seu foi escondido pelo Twitter por, segundo a rede, “glorificar a violência”, após ele escrever que “esses BANDIDOS estão desonrando a memória de George Floyd” e que “quando os saques começarem, os tiros começarão”.

A ação de Trump e a reação do Twitter levam a outra tensão, esta entre o presidente e a rede social. Horas antes Trump havia assinado uma ordem ameaçando as redes sociais com regulação sobre liberdade de expressão.

O ditador coreano não morreu, Kim Jong-un reaparece em público na Coreia do Norte, diz agência

Foto da Internet

O ditador da Coreia do Norte, Kim Jong-un, fez a sua primeira aparição pública em mais de 20 dias, encerrando rumores de que estava morto, noticiou a imprensa da Coreia do Sul. A primeira aparição pública de Kim Jong-un desde o dia 11 de abril aconteceu neste sábado (2), na inauguração de uma fábrica de fertilizantes.

A informação foi passada tanto pela agência estatal KCNA quanto pela sul-coreana Yonhap, que monitora o governo do país vizinho. A Reuters não pôde verificar independentemente o relato da KCNA.

Kim Jong-un teria morrido ou estaria em estado vegetativo, afirma TMZ

Kim Jong-un, durante reunião do Comitê Central do Partido dos Trabalhadores da Coreia do Norte (Foto: STR/KCNA/Via KNS/AFP Photo)

O líder supremo norte-coreano Kim Jong-un, de 36 anos, teria morrido após complicações em uma cirurgia. O site americano TMZ relatou que o ditador faleceu – ou estaria em estado vegetativo – neste sábado (25), após passar por um procedimento cardíaco malsucedido. 

De acordo com o site americano, Jong-un teria sido atendido por uma equipe enviada pela China, durante essa semana, para checar seu estado de saúde. Segundo a matéria, uma pessoa, ligada ao governo chinês, teria confirmado que ele está morto.

“Ele precisava de um implante de stent, mas, aparentemente, o procedimento não foi feito rápido o suficiente ou foi completamente mal feito pelo cirurgião”, diz a publicação. O TMZ, porém, não usa nenhuma fonte própria, só replicações de veículos internacionais, da China e do Japão.

Nenhum o governo norte-coreano ou o chinês confirmaram as informações. A última aparição pública de Kim Jong-unfoi no dia 12 de abril, quando ele vistoriou aviões militares da Coreia do Norte. 

Correio24horas