Archive for setembro 7th, 2021

Quem vai punir esse Fake News do CNN e possivelmente do presidente do STF, Luiz Fux

Muitas reportagens ameaçavam com suas nutícias de que o dia 07 de setembro seria uma manifestação ameaçadora, com incentivo à violência por parte do governo Bolsanaro, até mesmo o presidente da Suprema Corte, Luiz Fux chegou a fazer um discurso de revache, de ódio contra a possível manifestação violenta que ocorreria contra a democracia no dia 07.

Mas agora terminou o 07 de setembro, e nas contabilidades dos casos de registros de violências em todas as capitais do Brasil, inclusive Brasília, não foram registrado nenhum caso de violência.

Pergunto: o Exceletíssimo Senhor Ministro Luiz Fux praticou Fake News? A imprensa que assim divulgou essas notícias de ameaças não deveriam responder no famigerado inquérito das Fake News?

Respondo: Não deve responder, por que o povo de bem é contra esse inquérito ilegal. Mas é uma vergonha o que fizeram com o povo brasileiro que ordeiramente se manifestou dando um exemplo de poder, de liberdade, de educação. Ainda assim muitos que torce contra o Brasil insistem em agredir esse povo os chamando de antidemocratas.

A maioria dos manifestantes são formados por famílias assim.

Viva a Democracia!

PÁTRIA AMADA BRASIL: Povão superlota Praça Cívica e Prudente de Moraes

Povão lota Praça Cívica em Natal/RN – Fotos de Laurivna de Sousa

Milhares de famílias inteiras foram à Praça Cívica para comemorarem a independência do Brasil pedindo uma nova independência. A maioria do povo protesta contra a arbitrariedade do Supremo Trinbunal Federal que nos últimos meses vem, por meio do ministro Alexandre de Moraes, cometendo muitas prisões ilegais.

O povo também cantaram músicas de apoio ao governo Bolsonaro. Até a saída deste que escreve, não havia acontecido nenhuma manifestação de baderna e vandalismo.

Mãe, filhos e avó em favor do Brasil

Em Brasília, bolsonaristas gritam “Supremo é o povo” e “Xandão na cadeia”

Apoiadores do presidente Bolsonaro, em frete ao Palácio do Planalto, seguram faixa que diz: “Presidente Bolsonaro, acione o exército para destituir o STF e o Congresso”.

Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro realizaram manifestação pró-governo e contra o STF (Supremo Tribunal Federal) nesta 2ª feira (6.set.2021), em frente ao Palácio do Planalto.

Vestidos de verde e amarelo, sem máscara de proteção e aglomerados, os manifestantes gritaram palavras de ordem como “Fora ministro, supremo é o povo”,

“Ministros do STF, vocês não nos representam” e “Xandão na cadeia”, em referência ao ministro Alexandre de Morais.

Uma faixa pedia para que o presidente Jair Bolsonaro acionasse o Exército para “destituir o STF e o Congresso”.

Os bolsonaristas também cantaram o hino nacional e o hino da independência, disseram que a bandeira do Brasil “nunca será vermelha” e chamaram o ex-presidente Lula de ladrão.

Poder360

CPI da Covid no RN retoma os depoimentos de testemunhas

Com a 10ª reunião a ocorrer na tarde de amanhã, a CPI da Covid-19 retoma a série de depoimentos sobre os 12 contratos realizados durante a pandemia de coronavírus e que movimentaram cerca de R$ 73 milhões na aquisição de bens insumos e serviços hospitalares a cargo da Secretaria Estadual de Saúde Públoica (Sesap).

A partir das 14 horas de amanhã, no chamado “plenarinho” da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, os deputados que integram a CPI da Covid-19 vão inquirir testemunhas a respeito da contratação de um instituto de pesquisa de opinião pública do Piauí pelo governo do Estado, começando pela assistente técnica Daniele Nascimento dos Santos e coordenadora de Promoção à Saúde da Sesap, Neuma Lúcia de Oliveira.

A terceira pessoa a ser ouvida amanhã é o presidente da Associação dos Institutos de Pesquisa no Estado (Assinp-RN), Fernando Aguiar de Figueiredo, que em 24 de março deste ano emitiu nota na imprensa, afirmando-se surpreso com a contratação de um instituto de pesquisa do Piauí, enquanto nenhuma empresa do Rio Grande do Norte foi consultada sobre o interesse de participar de pesquisa sobre o combate ao coronavírus.

Segundo documentação que embasou a abertura da CPI, o Instituto Piauiense de Opinião Pública, com sede em Teresina, foi contrato em 02 de dezembro de 2020 por R$ 1.988.400,00.

Já quinta-feira (09) a CPI da Covid-19 vai ouvir José Reinaldo Coelho Peixoto, procurador da empresa AC Comércio Produtos de Limpeza, a respeito do contrato sobre aquisição de sacos de lixo hospitalares.

Em 28 de agosto do ano passado, o governo estadual efetuou Termo de Dispensa de Licitação nº 87/2020, referente a aquisição de “sacos de lixo hospitalar” pelo período de 180 dias, no valor de R$ 1.318.900,00.

A empresa A. C. Comércio de Produtos de Limpeza foi aberta no dia 03 de julho de 2020, e foi contratada por meio de dispensa de licitação em 28 de agosto de 2020, apenas um mês após a abertura da empresa, que funciona numa sala em Emaus, em Parnamirim, na Região Metropolitana de Natal (RMN).

Tribuna do Norte/BG

Ditadura do STF: Jerônimo do Sertão tem perfil bloqueado após fazer críticas ao STF e convocar população para ato pró-Bolsonaro

O influencer potiguar Jerônimo do Sertão, conhecido por usar as redes sociais para se posicionar politicamente sobre temas polêmicos com tom de humor, teve seu perfil do Instagram bloqueado por “violar as diretrizes da comunidade”.

Apesar de ainda conseguir realizar publicações normais, ele está impedido de realizar transmissões ao vivo.

O bloqueio acontece exatamente após ele realizar publicações convocando os apoiadores do presidente para as manifestações em apoio a Jair Bolsonaro no Estado e por criticar o Supremo Tribunal Federal (STF).

BG

[VÍDEO] Apoiadores de Bolsonaro e clientes cantam hino nacional no restaurante Coco-Bambu

Clientes e apoiadores de Bolsonaro ficaram de pé e cantaram o hino nacional, na noite desta segunda-feira (6), no restaurante Coco-Bambu em Brasília.

Parte do grupo está na capital para participar dos atos de 7 de setembro em apoio ao presidente e contra decisões do Supremo Tribunal Federal (STF).

BG

À espera de atos no 7 de setembro, STF e Congresso travam pautas de interesse do governo

Foto: Pedro Gontijo/Senado Federal

Judiciário e Congresso deixaram em compasso de espera algumas pautas de interesse do governo, redirecionando os trabalhos na Praça dos Três Poderes. Foram adiadas decisões que poderiam agravar ainda mais o cenário político diante dos atos públicos organizados para este 7 de setembro por seguidores do presidente — e com o apoio dele.

O Supremo Tribunal Federal (STF), mesmo mantendo de pé investigações que têm o presidente como alvo, preferiu tirar da pauta julgamentos cujos temas carregam potencial para acirrar os ânimos. A expectativa pelos movimentos deste 7 de Setembro fez com que, internamente, houvesse a avaliação de que o momento não era adequado para finalizar a análise do marco temporal para a demarcação de terras indígenas, iniciado no dia 25. Os debates em torno do caso se arrastaram por três sessões, uma medida para tentar retirar o assunto — sobre o qual o Bolsonaro fez diversas críticas — da pauta dos atos bolsonaristas.

Outro caso que estava previsto para ser analisado antes das manifestações, mas foi remarcado, diz respeito ao foro privilegiado do senador Flávio Bolsonaro no caso das “rachadinhas” na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). O julgamento chegou a ser marcado para o último dia 31 pelo ministro Nunes Marques, num aceno ao presidente da República, mas teve um pedido de adiamento concedido e foi levado para o próximo dia 14. Embora a tendência na Segunda Turma do STF seja favorável à tese defendida pela defesa do filho do presidente havia, nos bastidores, a avaliação de que o momento político não era propício.

O 7 de setembro também fez com que uma possível saída que seria elaborada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para o imbróglio dos precatórios ficasse para depois. Inicialmente estudada pelo presidente do Supremo, Luiz Fux, que na semana passada recebeu os presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), para falar sobe o assunto, a solução perdeu força nos últimos dias diante das continuadas críticas de Bolsonaro aos ministros da Corte e ao Judiciário. A tendência, agora, é que Fux espere uma definição sobre a PEC dos Precatórios antes de dar um passo envolvendo o CNJ.

Senado

No Senado, as dificuldades no relacionamento ficaram ainda mais explícitas diante da indicação, desde julho, do ex-advogado-geral da União André Mendonça ao STF. O processo de sabatina do postulante ao cargo está engavetado e não tem previsão de ser realizado. O trâmite já é o mais longo entre os atuais ministros da Corte. A situação piorou após Bolsonaro insistir em encaminhar à Casa o pedido de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes. Senadores veem a demora como uma resposta direta ao presidente da República.

Recentemente, lideranças das principais bancadas do Senado reclamaram da articulação com o Planalto. Mesmo com a entrada de Ciro Nogueira na Casa Civil, indicado na “cota” da Casa, a postura de Bolsonaro não ajudou a melhorar a relação. A sensação é de que há uma indisposição cada vez maior com a pauta do Executivo, inclusive entre aqueles que fazem parte da base aliada.

Na agenda da Casa, algumas propostas foram praticamente enterradas, atingindo em cheio os planos da área econômica e de infraestrutura. No caso da Medida Provisória do novo marco legal das ferrovias, por exemplo, a expectativa é que o texto seja deixado de lado ou devolvido ao Executivo. A MP foi apelidada de “zumbi” por parlamentares. A ideia, neste caso, é priorizar projeto de lei que tramita no Senado e trata do mesmo tema.

Câmara

Na Câmara, a crise institucional já esteve em primeiro plano quando foi apreciada a proposta do voto impresso. Com a rejeição definitiva do texto, os parlamentares enviaram o recado de que o Legislativo não aceitaria tentativas de ruptura ou sabotagem ao pleito em 2022. Nas últimas semanas, Lira conduziu a pauta da Casa como de costume, em ritmo acelerado. Preocupado com os reflexos da instabilidade no mercado financeiro, trabalhou para tocar a sua agenda.

Conseguiu aprovar mudanças na cobrança do Imposto de Renda e começou a discutir novo Código Eleitoral. Há uma semana, em palestra para banqueiros, Lira tentou tranquilizá-los:

— Pelo amor de Deus, não haverá nada no 7 de Setembro. A gente tem que se esforçar para que movimentos de rua aconteçam e sejam pacíficos, grandes ou pequenos. Isso é irrelevante.

O Globo/BG