Archive for junho 29th, 2021

Carlos Eduardo até agora de quarentena, sem apoio e articulação para o governo, parece que vai disputar uma vaga na Câmara Federal

“estou preparado para governar o rio grande do norte”, diz carlos eduardo sobre possível oposição à fátima bezerra em 2022
Carlos Eduardo falando de política sobre ser candidato em 2022. Foto: Reprodução / 96 FM

O ex prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT) ainda está de quarentena desde quando perdeu a eleição de 2018 para Fátima Bezerra (PT). Por sinal, não se tem notícias de uma só ação do agente político, que pretende retornar à cena política, sobre o caos causado pela pandemia.

Segundo os bastidores, Carlos Eduardo anda sem condições para disputar o governo contra Fátima Bezerra, e, não é pelo fato de Fátima está bem na havaliação popular, pois nada fez como governadora. As obras de saneamentos de Natal começada pelo governo Robinson está até agora abandonada, folha de pagamento ainda em atraso.

Pelo que dizem é que assim como o primo Henrique Alves do MDB, Carlos Eduardo vai tentar uma vaga para a Câmara Federal. Todavia, é o ex prefeito de quatro mandato em Natal mais isolado dos demias lideres políticos até o dia de hoje, parece que nem o prefeito de Natal, Álvaro Dias, se reune com ele.

Cadê tu Carlos?

Senador Paul Prates não abre mão do direito de tentar reeleição em 2022

Jean Paul quer continuar no Senado: tem muita ainda para se trabalhar

Por Maricelio Almeida / Repórter do JORNAL DE FATO

O senador Jean Paul Prates (PT) reafirmou, em entrevista ao Foro de Moscow, dos jornalistas Bruno Barreto e William Robson, o seu desejo de ser candidato à reeleição nas eleições gerais de 2022. O parlamentar destacou que não se coloca, no momento, em outra posição, descartando, pelo menos por enquanto, uma eventual candidatura à Câmara dos Deputados. Nas pesquisas de intenção de votos divulgadas até aqui, Jean não tem surgido em colocações de destaque.

“Estou à disposição do partido para ser candidato a esta cadeira. Acho que fiz um bom trabalho, a gente tem se empenhado muito nas discussões nacionais, projetado o nome do Rio Grande do Norte, os nossos setores de desenvolvimento sustentável, a pauta da educação, através de todas as realizações, do complemento dos legados dos mandatos de Fátima (Bezerra). Enfrentamos essa pandemia ajudando o Governo do Estado com a maior parte das nossas emendas, e ajudando no Congresso a criar leis importantes, que complementaram atividades que o Governo Federal infelizmente não exerceu”, disse.

Ainda segundo Jean, um novo mandato no Senado Federal lhe ajudaria a exercer um mandato com mais tranquilidade. “A gente está na pista para o Senado mesmo, eu não vejo outra posição que eu me coloque hoje, tanto no partido, quanto na base, e aí vamos ver as negociações, as conversas, as composições políticas, o que elas podem trazer para nós. Estou muito tranquilo, porque eu não dependo de política em termos financeiros, eu tenho minhas atividades, vou exercer minhas atividades tranquilamente, mas gostaria muito de ter oito anos para trabalhar com muito mais tranquilidade”, pontuou.

O senador destacou também as pautas que o seu mandato tem defendido em Brasília. “Estamos trabalhando na resistência do que a gente considera que é importante, Eletrobras, Petrobras, manter isso para o estado do Rio Grande do Norte e para o Brasil é importante, e estamos trabalhando em projetos que visem valorizar recursos naturais, que é tudo que a gente tem aqui, e que precisamos tratar como fonte de empregos e renda, como a gente fez com o setor eólico, por exemplo”, relatou, acrescentando:

“Turismo é outra coisa que a gente tem trabalhado bastante, a gente fez parte do coro das leis dos eventos, a lei do Pronampe. A gente tem trabalhado intensamente pelo setor econômico, principalmente micro e pequenas empresas, e defendendo também as grandes empresas, que são importantes para o nosso estado, o setor de energia renovável, o setor de turismo, o setor de mineração benfeita, sustentável, o setor do petróleo, com sua a revitalização. Outros setores, como a Educação, também. Tem muita coisa para trabalhar. A gente quer ir muito mais além da questão das emendas. De cada R$ 100 mil de emenda, a gente quer que ela gere R$ 500 mil de retorno para a cidade”, apontou.

Henrique Alves articula deputado Walter para o senado ao lado de Fátima Bezerra, para garantir seu retorno à Câmara Federal

O ex deputado Henrique Eduardo Alves (MDB) após se livrar da prisão que sofreu há poucos anos, articula seu retorno à Câmara Federal pelo Rio Grande do Norte.

Por conta disso vem surgindo discussões na família Alves, pois o deputado federal Walter Alves, presidente da legenda do MDB no estado, não quer ceder a base eleitoral que antes pertencia a Henrique.

Dainte dessa situação, uma fonte ligada a esse assunto, informou ao blog que Henrique está com tudo pronto, que acreditam que é possivel que der certo para os Alves; menos para Carlos Eduardo Alves que se deslocou da família há tempos.

Nesse caso, Walter Alves seria indicado senador ao lado de Fátima Bezerra, apoiando-a para reeleição, Henrique voltaria para a Câmara Federal, enquanto Garibaldo faria a tragetória de Agnelo Alves que terminou sua história política como deputado estadual.

Será que isso será concretizado?

Precisa entrega pedido de uso emergencial da Covaxin à Anvisa

Foto: Reprodução/Bharat Biotech

A Precisa Medicamentos protocolou na última segunda-feira na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) pedido de autorização para uso emergencial da vacina indiana Covaxin.

A informação foi revelada no último domingo pelo Valor. Agora, a agência reguladora terá 30 dias para se manifestar sobre o pedido.

Uma eventual liberação derrubaria uma série de entraves impostos pela Anvisa quando autorizou a importação da vacina, no último dia 4. Por falta de documentos, a agência liberou a vinda de apenas 4 milhões de doses.

O contrato assinado em fevereiro prevê 20 milhões de doses, ao custo de US$ 15 a unidade.

A Covaxin está no centro da crise política que dominou Brasília desde a semana passada, quando o deputado Luis Miranda (DEM-DF) denunciou supostas irregularidades nas negociações para compra do imunizante.

A empresa nega qualquer irregularidade e estará pronta para enviar um primeiro lote de 3 milhões de doses tão logo haja autorização. Nesse cenário, o Ministério da Saúde teria que fazer o primeiro pagamento após a chegada da carga.

Valor

Brasil tem ‘legião de bebês prematuros’ com alta de Covid em grávidas

Ouvir a voz da mãe pode ajudar bebês na UTI neonatal a dormir melhor | Bebe .com.br
Foto da Internet

Enquanto a barriga da Aline crescia, Expedito Silva de Lima construía com as próprias mãos a casa onde a família iria morar, em Baraúna, na Paraíba.

O casal ficou surpreso, mas feliz quando soube que teria gêmeas. Aline tinha três filhos de um relacionamento anterior e Expedito seria pai pela primeira vez. O dinheiro para manter a família era pouco, mas eles contavam com a ajuda de parentes.

“Minha irmã falou para eu morar na casa dela durante a gravidez, enquanto eu construía a nossa própria casa. Aqui é todo mundo vizinho, é uma vilinha”, conta o servente de pedreiro.

Mas os planos mudaram de repente, quando Aline, de 31 anos, começou a sentir dor de cabeça, febre e fraqueza. Fez o teste de Covid, mas, antes mesmo de receber o resultado positivo, começou a sentir falta de ar e deu entrada no Instituto de Saúde Elpídio de Almeida (ISEA), em Campina Grande.

Três dias depois, sofreu uma parada cardiorrespiratória e os médicos iniciaram uma cesárea de emergência. Foram seis horas tentando salvar mãe e bebês. As meninas nasceram sem respirar, foram reanimadas e levadas para a UTI neonatal. Mas a mãe morreu no mesmo dia, em 30 de maio.

As duas filhas, que nasceram com 26 semanas de gestação, continuam internadas sem previsão de alta.

“Foi um choque muito grande perder Aline assim. A gente não esperava”, diz Expedito. Ao ver as filhas na incubadora pela primeira vez, tão pequenininhas, ele sentiu um misto de emoções.

“Fiquei de coração aliviado de ver minhas filhas e de coração partido, porque perdi minha esposa.”

UTIs neonatais lotadas com ‘legião de prematuros’

Casos como o de Aline e as gêmeas prematuras estão se tornando rotina na vida de obstetras e pediatras em todo país. A epidemia de Covid-19 no Brasil já matou pelo menos 1.461 grávidas, sendo 1.007 apenas neste ano, segundo dados oficiais compilados pelo Observatório Obstetrício Covid-19.

Mas o número é bem maior, segundo especialistas, porque muitos casos de Síndrome Respiratória Aguda (Sars) acabam não sendo testados para Covid.

Além disso, as altas nos casos de infecção pelo coronavírus em 2021, com a variante P.1 como cepa prevalente, têm provocado uma “avalanche” de nascimentos de bebês prematuros, lotando maternidades e UTIs neonatais em diferentes cidades do país, segundo neonatologistas e obstetras ouvidos pela BBC News Brasil.

A P.1, primeiro identificada em Manaus e rebatizada de Gamma pela Organização Mundial da Saúde (OMS), é mais transmissível e capaz de driblar parcialmente anticorpos produzidos pela vacina ou por infecções anteriores de Covid.

Enquanto em 2020 foram reportados 6.805 casos de grávidas infectadas pelo coronavírus, só nos primeiros cinco meses de 2021 o número foi de 7.679.

“Estamos enfrentando um problema terrível de superlotação, principalmente nos leitos de UTI neonatal Covid, porque a gente não pode misturar. É uma legião de prematuros e, muitas vezes, órfãos de mãe”, diz à BBC News Brasil a obstetra Melania Amorim, do Instituto de Saúde Elpídio de Almeida, hospital que realiza cerca de 600 partos por mês na Paraíba.

“Houve aumento muito grande esse ano de internações e casos de Covid-19 em gestantes. Se tem aumento em gestantes, também temos número maior dos nascimentos prematuros.”

Pesquisas apontam que a Covid-19 aumenta o risco de morte neonatal e de parto prematuro. E, em alguns casos, quando a grávida desenvolve quadro muito grave da doença, os médicos precisam fazer cesárea de emergência e antecipar a gestação, como ocorreu com Aline.

“A gente tenta levar a gestação adiante, mesmo com a grávida intubada, estabilizando o quadro dela. Mas em alguns casos, é necessário interromper prematuramente, para tentar salvar a vida da mãe e dos bebês”, explica Melania Amorim.

A obstetra paraibana coordena uma pesquisa que envolve sete hospitais em três estados do Nordeste – Pernambuco, Ceará e Paraíba. Entre esses hospitais estão o ISEA, em Campina Grande, a Maternidade Frei Damião, em João Pessoa, e o hospital da Universidade Federal do Ceará, em Fortaleza.

“Posso dizer com toda certeza que em todos esses centros a taxa de nascimentos prematuros disparou por conta da Covid-19”, diz.

“Já aconteceu de ter que recorrer a hospitais de cidade vizinha para arrumar leito para bebê prematuro nascido em cesárea de emergência.”

Superlotação no Sul

E o problema não é localizado no Nordeste. O principal hospital de Porto Alegre está com a UTI neonatal lotada por causa da disparada no número de prematuros nascidos de mães com Covid.

“A gente nunca tem leito agora na UTI neonatal. Houve um aumento de nascimentos prematuros em função da Covid materna. Diria que a situação está pior mesmo desde abril”, diz à BBC News Brasil Rita de Cássia Silveira, diretora da UTI neonatal do Hospital das Clínicas de Porto Alegre (HCPA).

Por ser um hospital de referência, o HCPA costuma receber casos graves de bebês com problemas genéticos que chegam de diferentes cidades do Rio Grande do Sul e até de outros estados.

Mas, devido à superlotação causada pela Covid-19, transferências foram suspensas.

Segundo Silveira, houve um aumento de 20% do número de partos prematuros no hospital em maio, na comparação com o mesmo período do ano passado.

“Estamos lotados, mas tivemos outro dia que produzir uma vaga, porque chegou um bebê transferido por determinação judicial”, conta a neonatologista, que também é professora da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Outras maternidades sofreram superlotação de UTIs com bebês prematuros e grávidas em estado grave entre março e abril, no pico da segunda onda de Covid.

Foi o caso da Maternidade de Campinas, no estado de São Paulo, que ultrapassou 100% de ocupação nesses dois meses. Nesse período, três mulheres morreram ainda grávidas ou logo depois de dar luz aos bebês.

“Chegamos a ter um grande número de internações de gestantes e puérperas suspeitas ou infectadas pelo coronavírus entre março e abril”, disse o diretor do hospital, Marcos Miele.

Parto na UTI e múltiplas mortes por dia

Melania Amorim diz que perdeu as contas do número de grávidas intubadas que teve que operar com urgência para salvar os bebês em 2020 e 2021.

Tanto no ISEA, na Paraíba, quanto no Hospital das Clínicas de Porto Alegre, partos prematuros tiveram que ocorrer nas UTIs, porque transferir a mulher para o centro cirúrgico significaria risco adicional de queda da oxigenação.

“Nossas interrupções, o obstetra tem feito na CTI quando é urgência urgentíssima e a gestante não tem condição de transferência dado seu comprometimento pulmonar”, diz Rita de Cássia Silveira, diretora de neonatologia do Hospital das Clínicas de Porto Alegre.

“Outro dia operamos uma mãe grávida de gêmeos que entrou em trabalho de parto na CTI. Fizemos a cesárea lá mesmo por causa da gravidade. A mãe continua internada em estado grave. As gêmeas se recuperam bem, mas nasceram com 29 semanas.”

Já Melania Amorim se lembra emocionada do dia em que perdeu duas grávidas com Covid num espaço de poucas horas, há três semanas. As duas estavam na UTI e tiveram que passar por cesáreas de emergência porque o quadro de saúde se deteriorou de repente.

Os bebês, todos prematuros, sobreviveram e se recuperam na UTI. Um deles será criado pela avó. Os outros dois, gêmeos, ficarão com o pai.

“O problema dessa pandemia, com essas mortes a granel, é que não tem tido tempo de a gente elaborar o luto. Mal há uma morte e já temos que lidar com outra”, lamenta a obstetra.

“Escolhi essa especialidade pensando em lidar com a vida. Trabalho em UTI há muitos anos, mas mesmo assim o desfecho costuma ser feliz. Mortes maternas não deveriam acontecer e de repente é uma atrás da outra.”

As consequências para a vida da prematuridade

Um bebê é considerado prematuro quando nasce com menos de 37 semanas de gestação. Quanto mais prematuro e menor o bebê, maiores os riscos de morte e complicações de saúde.

“Abaixo de 30 semanas é um ponto de corte bastante significativo para maior gravidade associada à prematuridade. A gravidade é proporcional à baixa idade gestacional”, diz Rita de Cássia Silveira, diretora de neonatologia do Hospital das Clínicas de Porto Alegre.

As especialistas ouvidas pela BBC News Brasil destacam que as consequências da prematuridade não se encerram com a morte ou sobrevivência do bebê. Muitos podem ter problemas de saúde, de cognição e desenvolvimento ao longo da vida.

“Prematuridade não é algo que passa desapercebido na vida de uma criança. Tem consequências de longo prazo significativas dependendo do grau de prematuridade”, diz a neonatologista.

“Ou seja, quanto menor a idade gestacional, quanto menor o peso, maior o risco de atraso no neurodesenvolvimento, de atraso no crescimento, de baixa imunidade, reinfecções nos primeiros anos de vida, dificuldades alimentares…”, elenca.

Os bebês prematuros nascidos em centros de referência ainda conseguem receber tratamentos que evitem complicações após o parto. Mas, com as UTIs desses centros lotadas, muitas mulheres grávidas com Covid acabam ficando desassistidas.

“Quando há risco de nascer com prematuridade, a gente pode fazer corticoide para acelerar a maturidade do pulmão do bebê. Quando está vendo que o risco de nascimento prematuro é iminente, pode fazer sulfato de magnésio para proteção neurológica, para diminuir o risco de hemorragia cerebral ou disfunção motora grosseira”, explica a obstetra Melania Amorim.

“Mas têm as grávidas que não chegam aos serviços de referência ou nascimentos que acontecem no meio do caminho, na ambulância ou no pronto-socorro. E aí não dá para fazer intervenções para melhorar a vida e prognósticos.”

Bebês criados por pais, avós…

E, em alguns casos, a criança que sobrevive pode precisar de acompanhamento médico especializado e fisioterapia. Essas dificuldades se somam ao fato de vários desses bebês terem perdido as mães.

“Vamos ter um número enorme de prematuros sendo criado pelas avós, companheiros ou companheiras, pelas tias… E a gente sabe que esses prematuros podem ter uma série de sequelas”, diz Melania Amorim.

Para as mães que sobreviveram, os próprios efeitos prolongados da Covid dificultam os cuidados com os filhos prematuros.

A neonatologista Rita de Cássia Silveira se lembra de uma paciente que simplesmente não se lembra e não aceita que teve um bebê. A mulher precisou ser intubada e passar por cesárea com 33 semanas de gestação, em março deste ano.

Quando retiraram a ventilação mecânica, ela não se lembrava sequer que tinha engravidado. Mesmo depois de acompanhamento psiquiátrico e psicológico, a memória sobre a gestação não retornou. Para piorar, o pai do bebê, que também havia sido internado com Covid, morreu.

A criança, um menino, sobreviveu e está sendo cuidado pela avó.

“A paciente não lembra de ter tido filho. Ela esqueceu. Não lembra nada, diz que a criança não é dela. É uma jovem de 28 anos, que ficou com sequela na perna. Ela agora manca e os músculos estão acabados, fracos. Muito triste”, recorda a neonatologista.

Para as especialistas ouvidas pela BBC News Brasil, o impacto dos nascimentos prematuros provocados pela Covid-19 continuarão a ser sentidos após o fim da pandemia.

“Os pediatras e as políticas públicas de saúde vão ter que voltar uma atenção especial para o acompanhamento dessa geração de prematuros e, muitos deles, infelizmente, órfãos da Covid”, diz a obstetra Melania Amorim, de Campina Grande.

Enquanto isso, lá em Baraúna, Expedito se prepara para receber as filhas gêmeas, que vai ter que criar sem a ajuda da companheira.

“Meu maior desejo é elas duas do meu lado. Quando receberem alta, não vou me separar delas.”

Ele pretende terminar a casa simples que construía para viver com Aline e diz que vai “trabalhar de sol a sol” para as gêmeas terem o que precisam. Sem emprego fixo, garante que “aceita qualquer bico e serviço”.

“Vou batalhar por elas duas. Vou dar o máximo de mim para dar o melhor a elas.”

G1, via BBC/ BG

Valor da passagem de trem aumenta e passa a custar R$ 2,50 na Grande Natal

Trem em Natal vai sofrer reajuste — Foto: CBTU/Divulgação
Trem em Natal vai sofrer reajuste — Foto: CBTU/Divulgação

O valor da passagem dos trens urbanos da Grande Natal sofreu um aumento de R$ 0,50 e vai passar a custar R$ 2,50 a partir do próximo sábado (7). De acordo com a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), o reajuste será aplicado, além de Natal, em João Pessoa e Maceió.

Atualmente, o preço da passagem custa R$ 2. O último reajuste foi aplicado em março de 2020, quando houve um aumento de R$ 0,25.

Em nota, a CBTU informou que o reajuste estava previsto para março deste ano, mas foi adiado para julho “tendo em vista a maior vulnerabilidade das populações atendidas diante do impacto da pandemia e a paralisação de atividades econômicas”.

A Companhia disse que tem feito o possível para reduzir o impacto para os usuários, mas, por ser empresa pública federal subvencionada pelo Tesouro Nacional, não seria possível deixar de ajustar as tarifas após 2 anos da aprovação do último aumento.

O objetivo, segundo a CBTU, é “não repetir políticas passadas de congelamento tarifário, e que tanto oneraram os contribuintes e prejudicaram a qualidade dos serviços oferecidos, por terem sufocado financeiramente a Companhia e restringido sua capacidade de investimentos”, cita na nota.

A CBTU diz ainda que visa garantir transporte onde é socialmente vital, mas busca também um maior equilíbrio financeiro, “com redução da subvenção recebida dos impostos federais, ao mesmo tempo em que procura viabilizar melhorias nos serviços prestados”.

G1RN