Archive for agosto, 2018

Incubadora de empresas abre seleção para apoio a empreendedores

Incubadora de empresas abre seleção para apoio a empreendedores (Foto: IMD/Divulgação)

Pensar na incubação de uma empresa sem que ela tenha um protótipo do seu produto não é dificuldade para a Inova Metrópole, incubadora de empresas do Instituto Metrópole Digital (IMD), que está com inscrições abertas até o próximo dia 14 de setembro, para o Acelera Inova.

O edital é voltado para empreeendedores em potencial que tenham uma ideia inovadora na área de Tecnologia da Informação, mesmo sem um protótipo desenvolvido. Os selecionados passarão por um treinamento de seis meses que visa transformar o projeto em um produto viável comercialmente.

“‘Eu não sei por onde começar, quem é o meu cliente, não sei como criar um produto dessa minha ideia’, o Acelera é exatamente para a pessoa que pensa assim”, diz a gerente executiva da Inova, Iris Pimenta.

Vão ser ofertadas 15 vagas por meio do Acelera Inova, dispostas em dois ciclos de inscrições: o primeiro será de 15 de agosto a 14 de setembro de 2018, e o segundo, de 15 de setembro de 2018 a 25 de março de 2019. O valor da taxa de inscrição é de 75 reais.

As inscrições devem ser realizadas pelo site da Inova Metrópole. Os resultados desses processos seletivos também serão divulgados na página da incubadora, conforme as condições e datas estabelecidas em cada um dos editais.

Outros editais

Mais dois editais estão com inscrições abertas pela Inova, um deles voltado para a pré-incubação de empresas e outro para a incubação. O primeiro caso é para empreendedores que ainda não possuem empresas formalizadas, mas que têm um protótipo funcional com potencial. Se selecionados, eles passam a receber apoio da incubadora para o seu desenvolvimento.

O período para inscrições é contínuo e não há um número de vagas pré-definido. As propostas aprovadas no processo serão admitidas em quantidade determinada pela equipe de gestão da incubadora, de acordo com sua capacidade física. O valor para inscrição é de R$ 75,00 e seu pagamento condiciona a confirmação da inscrição.

Fonte: https://g1.globo.com/rn

A Veja entrevista o economista Paulo Guedes que o cabeça econômico de Bolsonaro

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Foto: da Internet

Por Ana Clara Costa e Luisa Bustamante

Antes de se unir a Bolsonaro, Guedes tentou implantar a agenda liberal com Afif, em 1989, e assessorou Huck em seu ensaio de candidato, em 2017 (André Valentim/Divulgação)
O primeiro encontro entre o capitão da reserva Jair Bolsonaro e o economista Paulo Guedes se deu em um hotel na Barra da Tijuca, no Rio, durou mais de cinco horas e terminou com uma espécie de declaração de amor do segundo para o primeiro.

“Ele disse que havia sido sondado por todos os governos desde Delfim Netto, mas que só agora via a possibilidade de um casamento entre a ordem, representada por Bolsonaro, e o progresso, representado por ele mesmo”, conta Beatriz Kicis, presidente do Instituto Resgata Brasil e uma das intermediadoras do contato. O encontro ocorreu em 13 de novembro de 2017.

Desde então, “ordem” e “progresso” conversam todos os dias e, em público, são só elogios um para o outro. Guedes diz que Bolsonaro é “um cara de princípios”. Bolsonaro, por sua vez, diz que Guedes é seu “Posto Ipiranga”, em alusão ao comercial de TV, à sua confessa ignorância sobre economia e à suposta irrestrita confiança que deposita no conselheiro.

O fato de terem saído de ambientes tão díspares, porém, chama atenção — como fica claro nas já demonstradas e gritantes diferenças de ponto de vista entre o agora candidato à Presidência da República pelo PSL e seu agora principal assessor econômico e possível ministro da Economia em caso de vitória (veja a entrevista abaixo).

Guedes é Ph.D. pela Universidade de Chicago, tradicional berçário de economistas ultraliberais, os chamados Chicago Boys, onde nasceram nomes como Milton Friedman e Thomas Sargent.

Aos 68 anos, ele não é novato na política. Em 1989, assessorou o então candidato à Presidência Guilherme Afif Domingos, para quem montou um programa liberal que, segundo afirma, já previa o tripé de políticas monetária, cambial e fiscal para derrubar a hiperinflação.

Guedes é um crítico ácido dos planos econômicos da época, inclusive o Real, que, conforme diz, demorou mais de cinco anos para ser concluído. Mas, em relação às próprias ideias, não economiza na vaidade: “Eu já afirmava lá atrás que não tinha como combater inflação sem política fiscal. Agora, trinta anos depois, o Chico Lopes (ex-presidente do Banco Central) me disse, no aniversário do Armínio Fraga, que eles me deviam uma desculpa e que eu estava trinta anos à frente”.

Em 2006, criou a BR Investimentos, que, em 2013, foi comprada pela Bozano Investimentos, com foco na área de saúde. Hoje, divide seu tempo entre a Bozano e, claro, a agenda de Bolsonaro. Guedes acredita que um deputado que construiu sua carreira como estatista tenha se transformado num liberal.

Também não acha relevante que Bolsonaro se apresente como símbolo da ordem e da segurança, mesmo não tendo proposto um único projeto sobre o assunto em três décadas de vida pública. Considera ainda que, apesar de seus elogios à ditadura militar, Bolsonaro é um democrata. Diz que está com “Bolsonaro 100%” e já se movimenta em alguns momentos como se fosse ele próprio o candidato a presidente. Teve até conversas com o DEM para estabelecer um novo padrão de negociações políticas.

(…)

Veja: O senhor é um economista renomado, banqueiro, Ph.D. por uma das melhores universidades do mundo. Jair Bolsonaro é um candidato vindo de um círculo no qual o senhor nunca transitou. Como ocorreu esse encontro?

Guedes: Ele me chamou para conversar depois de ter lido um artigo em que eu dizia que o Ciro Gomes era o legítimo candidato da esquerda e ele, Bolsonaro, o legítimo representante da direita. Foi o Winston Ling (empresário e presidente do conselho de administração da Petropar) que comentou esse artigo com ele. E, de repente, quatro ou cinco pessoas me ligaram ao mesmo tempo pedindo que eu fosse conversar com Bolsonaro. Isso foi no fim de 2017, quando eu ainda estava auxiliando Luciano Huck. Avisei o Huck que iria falar com Bolsonaro, e ele não viu problema algum. E, quando falei com ele, saí da bolha.

Veja: O que significa sair da bolha?

Guedes: A bolha é São Paulo, Rio, Florianópolis. Somos nós, a Folha de S.Paulo, a Globo, a VEJA. A bolha diz assim: “Ah, esse cara é chato, disgusting (repugnante, em inglês), tosco”. A bolha pensa em direitos humanos, que são demandas legítimas, corretas e sofisticadas da sociedade. Só que o povo está lá fora gritando socorro porque não sabe se levará um tiro hoje ou amanhã. Então, quando falei com ele, tudo ficou muito claro para mim.

Veja: O que ele representa?

Guedes: A ordem, que é a função básica de qualquer governo. É isso que as pessoas querem. E é isso que ele defende quando fala de segurança. O que Bolsonaro fala remete aos preceitos liberais mais genuínos, que são a preservação de vidas e de propriedades, e que nortearam todo o pensamento dos constitucionalistas britânicos do século XVII.

Veja: Como foi a sua transição de Luciano Huck para Jair Bolsonaro?

Guedes: Procurei Luciano em 2016 e disse a ele que um tsunami aconteceria em sua vida. Ele tinha, então, mais de 40 milhões de seguidores nas redes sociais. Eu disse: “Você está ferrado porque vai ser presidente da República!”. Ele disse que não havia a menor possibilidade, que ele era “irmão” do Aécio (o senador tucano Aécio Neves era, então, o possível candidato do PSDB à Presidência) e que seria chamado de moleque pelo Fernando Henrique Cardoso caso entrasse para a política. Eu disse a ele que Aécio seria fulminado pela Lava-Jato por causa das denúncias envolvendo Furnas e que ele próprio pediria a Luciano que se candidatasse. Eu não tinha informação nenhuma, era um palpite. Essa conversa foi presenciada pelo Gilberto Sayão (banqueiro carioca). Seis meses depois, Luciano me liga dizendo que eu havia acertado todas as minhas previsões. Aécio o havia procurado oferecendo a vaga de vice. Ele sugeriu, só de sacanagem, ser ele mesmo o candidato à Presidência e Aécio ficar com a Vice. Chocado, Luciano me disse que Aécio tinha topado. Desde então, nós dois ficamos em contato. Depois da vitória de João Doria para a prefeitura de São Paulo, Fernando Henrique também visitou o Luciano e sugeriu que, se ele fosse pré-­candidato pelo PSDB, teria chances reais de concorrer, já que o partido estava então rachado entre Alckmin e Aécio e poderia se unir em torno de um novo nome. Fernando Henrique se tocou, bem depois de mim, que o Luciano era um outsider como Doria e que o brasileiro queria votar em outsiders. Luciano, então, me disse: “Paulo, esse cara ia me chamar de moleque um ano atrás. E ele não fala que precisa de mim por causa dos meus milhões de votos, e sim porque ‘pode me ajudar’. Ninguém foi honesto comigo como você. Mas, olha, agora estou mesmo na campanha. Vamos nessa”. Ele montou uma equipe, e eu me dispus a ajudá-lo. Sugeri que o Armínio Fraga ficasse com a parte econômica. Armínio me disse: “Como assim? O apresentador de TV? Mas eu estou com Aécio!”. Aí eu expliquei tudo e ele topou. Montaram plano, equipe, tudo. Armínio estava a fim de ir de qualquer jeito para o governo. Ele gosta. É um cara espetacular. Mas, no fim de novembro, Luciano desistiu da ideia. E, então, eu me senti apto a ajudar Bolsonaro, com quem já havia me encontrado uma vez.

Veja: Em sua trajetória parlamentar, Bolsonaro já demonstrou claramente que é um estatista e não tem simpatia por medidas de ajuste. O senhor acha que ele se tornou um liberal?

Guedes: É o que eu digo a ele: “Se você não gosta do que a esquerda fez, gosta de uma economia mais aberta, então você quer uma economia liberal de mercado”. E ele não gosta do que a esquerda fez. A reforma da Previdência, por exemplo, não é ponto pacífico ainda no nosso programa. Ele me diz: “Paulo, você quer atropelar o Congresso? Os caras não conseguem aprovar nada, e você quer matar no peito? Você quer pegar o dinheiro dos velhinhos? E os 9 bilhões que deram ao Joesley?”. Aí eu explico a ele que as coisas não são bem assim, sou enfático quando digo que precisa haver reforma e que o presidente precisa encaminhá-la. É uma conversa respeitosa que temos. Às vezes é mais tranquila, às vezes, antagônica, mas sempre franca, porque ele é um cara de princípios.

Veja: Bolsonaro já demonstrou claramente sua admiração pela ditadura militar. O senhor também acha que ele se tornou um demo­cra­ta?

Guedes: Bolsonaro faz parte de um enredo que está sendo escrito pela sociedade. Passamos por trinta anos de social-democracia e agora o povo dá sinais de que quer mudar. E ele é o agente da mudança. Sobre a questão da ditadura, acredita que os militares foram chamados pela sociedade porque a esquerda queria dar um golpe. Bolsonaro vê os militares como defensores da ordem. Mas ele mesmo diz que é preciso virar a página sobre esse assunto. A verdade é que, em vez de ameaça à democracia, Bolsonaro pode ser o primeiro presidente a amputar os próprios poderes presidenciais, retirando dinheiro do governo central e transferindo-o a estados e municípios. Isso é precisamente o contrário do que ocorre em um regime antidemocrático, porque regimes totalitários tendem a concentrar o dinheiro e o poder no topo. Bolsonaro está disposto a fazer o contrário, a descentralização de recursos que os constituintes tanto pediam. E ele fala que não quer ser reeleito porque quer dar o exemplo de como se faz política. Quem, além dele, disse isso?

Veja: Bolsonaro não conseguiu reunir o apoio de outros partidos para sua candidatura, mesmo sendo líder nas pesquisas sem Lula. Se eleito, como teria uma base forte para aprovar as reformas que o senhor considera imprescindíveis?

Guedes: Já contabilizamos mais de 110 parlamentares que nos apoiam em questões temáticas. Nada de toma lá dá cá, nada de ministérios. Vamos ter de dez a quinze ministérios, menos da metade do que temos hoje. É um novo eixo que se forma. Porque, ainda que um dirigente par­tidário não entenda a mudança, ele vai ver que sua bancada vai aderir a alianças temáticas porque o próprio povo vai pressionar para isso.

Veja: Se os deputados votarão por princípios e com base em alianças temáticas, também o fariam num governo Alckmin, Marina, Ciro ou Haddad. Não votarão por princípios apenas no governo Bolsonaro, certo?

Guedes: Votarão por princípios em governos de candidatos que têm agendas temáticas. Esse é o caso de Bolsonaro e Marina, com sua agenda ambiental. O fato de ter uma agenda temática não impediu Bolsonaro de negociar o apoio do PR, do notório Valdemar Costa Neto. Os evangélicos estão com Bolsonaro, e por isso ele queria o Magno Malta como vice. O PR não quis dar essa garantia, então Bolsonaro rejeitou. Não foi Valdemar Costa Neto que disse não. Foi Bolsonaro. E toda a imprensa criticou essa aproximação, mas aplaudiu quando o Centrão se alinhou ao Alckmin.

Veja: Se Bolsonaro ganhar, a Fazenda será um superministério e o senhor, um superministro?

Guedes:  A decisão dele é ter apenas um interlocutor em cada área. Na defesa, por exemplo, é o general Augusto Heleno. Na economia, sou eu. Não se trata de superministro, mas de tornar a gestão mais eficiente.

Veja: E como seria um programa Paulo Guedes de ajuste fiscal?

Guedes: Venho trabalhando nisso nos últimos trinta, quarenta anos. Não é algo que surgiu do nada. Mas tem algumas premissas. Começa com um programa de privatizações. Calculamos que temos cerca de 1 trilhão de reais em ativos a ser privatizados, incluindo as ações do Tesouro na Petrobras.

Veja: Privatizaria o quê?

Guedes: Bolsonaro já disse que não quer privatizar tudo. Que não quer privatizar Itaipu, Nuclebrás etc. Mas eu defendo privatizar tudo mesmo. O meu papel é sugerir tudo. Mas a decisão é dele. A história recente mostra que não há mais defesa para a manutenção dessa quantidade de estatais. Os grandes escândalos de corrupção aconteceram dentro delas. Petrobras, Caixa, Banco do Brasil. São empresas que perderam a capacidade de investimento, não conseguem se modernizar, competir. Por que os Correios são uma estatal? Não faz o menor sentido. Essa seria a primeira medida. Temos ainda mais de 700 000 imóveis da União que podem ser vendidos. Com isso, calculamos mais cerca de 800 bilhões a 1 trilhão de reais. Somadas essas duas medidas, já são 2 trilhões de reais que poderíamos usar para reduzir a dívida, que hoje é de 4 trilhões. Depois, fa­ría­mos concessões de tudo relacionado à infraestrutura.

Veja: Tudo? Qual seria o limite?

Guedes: Não há limites. A questão das concessões ainda está sendo estudada, e não conseguimos avaliar quanto arrecadaríamos, porque é incalculável. Há estradas, hidrovias, reservas para exploração do turismo. As possibilidades são enormes. Temos duas consultorias especializadas em infraestrutura e logística que estão montando um plano.

Um plano dessa magnitude exigiria a participação de investidores estrangeiros. É claro. China, Canadá, Estados Unidos. Todos querem investir. Os juros estão muito baixos no mundo todo e há uma enorme liquidez circulando. O Brasil perdeu grandes oportunidades de atrair o investidor privado nos últimos anos.

Veja: Bolsonaro já revelou ter restrições ao investimento chinês, sobretudo nos setores mineral e agrícola. O senhor concorda?

Guedes: Ele mantém seu ponto de vista. Mas eu digo sempre a ele que a força de um país hoje vem de sua capacidade tecnológica, de sua potência comercial e de suas Forças Armadas. Nada disso está associado à exploração de minério. Vamos trabalhar para destravar setores que têm limite de capital estrangeiro. Também precisamos discutir a desvinculação das receitas. E desvincular significa habilitar a classe política a fazer o que ela é paga para fazer: aprovar verba no lugar certo.

Veja: Como assim?

Guedes: Em vez de haver um ministro do Planejamento dizendo para onde vai o dinheiro, os deputados terão de aprender a votar o direcionamento dos recursos para onde eles são necessários.

Mas isso implica mudança consti­tu­cional. Precisaríamos de uma emenda constitucional, sim, mas não logo de cara.

Veja: Os deputados seriam responsáveis por todos esses recursos?

Guedes: Os próprios constituintes defendiam a descentralização de recursos na esfera federal. Sempre que recursos foram centralizados, o Estado corrompeu a classe política. Todos os heróis da redemocratização foram aniquilados pelo Estado. Olhe onde o Lula está. O gasto público é o grande vilão. Foi esse sistema centralizado que permitiu que Lula mandasse fazer um estádio de futebol para o time dele, que desse dinheiro a ditadores simpáticos a seu governo, que comprasse apoio de governadores, como Sérgio Cabral. É esse poder absoluto, que chega a ponto de um grupo político desenhar os vencedores do setor privado, que mina a democracia. A democracia não delega tantos poderes a um indivíduo. É por isso que esse “Estado-máquina” precisa ser desmontado. Porque, quando você descentraliza o poder, você resolve. O mote do nosso programa é “mais Brasil, menos Brasília”. Vamos simplificar a estrutura tributária e injetar na veia de estados e municípios, para que as pessoas vejam o dinheiro irrigando o seu cotidiano.

Veja: O senhor considera que irrigar estados e municípios e garantir apoio de alianças temáticas seria suficiente para assegurar governabilidade, em caso de vitória?

Guedes: Tenho feito alguns movimentos para me antecipar. Eu tive, há cerca de dois meses, uma conversa com o DEM, em que falamos justamente sobre uma reforma política para que as alianças sejam em torno de programas partidários a partir do ano que vem. Por exemplo: se um partido fecha questão para apoiar a reforma que descentraliza recursos, quem votar contra está expulso. O próprio DEM deu a isso o nome de “fidelidade programática”, e eu achei lindo. Quando o partido foi criado, deixando de ser PFL, suas lideranças me pediram que redigisse um programa liberal para o partido. Ou seja, ainda que elas não estejam com Bolsonaro, eu acredito que defendam ideias de centro-direita, como nós. O PSD de Guilherme Afif Domingos também. O Afif é um liberal, desenhei o programa dele quando ele concorreu à Presidência, em 1989. Ou seja, é um parceiro natural que pode trazer organicamente um PSD limpo para essa aliança de centro-direita. O que prevemos, para governar, é uma aliança de centro-direita conservadora nos costumes e liberal na economia. E repito: Bolsonaro já disse que, se eleito, não governará mirando reeleição. Ele mesmo diz: “Eu quero um mandato só para dar o exemplo, porque a reeleição faz mal ao país”. O FHC errou lá atrás ao usar isso porque, a partir de então, todos os presidentes passaram a governar para se perpetuar no poder.

Veja: O senhor tem todo um governo na cabeça. Bolsonaro, não. Se o senhor sai do governo, acaba o governo Bolsonaro?

Guedes: Não acho. Ele tem sido muito generoso ao dizer que não tem plano B. Ele fala isso para me prestigiar. Agora, se ele quiser um governo liberal, é só levantar a mão que muita gente vem para ajudar. Affonso Celso Pastore, Carlos Langoni, Gustavo Franco. Tem uma porção de gente que se atrai pela economia de mercado. Para a bolha, eu posso ser importante. Mas 99% de quem vota em Bolsonaro não está nem aí para mim. Querem ordem. Eu não me atribuo grande importância porque ele já existia quando eu cheguei.

Veja: O senhor precisa explicar as coisas de modo muito didático para Bolsonaro? Eu acho que a bolha trata Bolsonaro com muito desrespeito, como se fosse um cachorro vadio. Lula era melhor do que ele do ponto de vista intelectual? Não era, era um operário malandro. Ah, mas sabia negociar política, né? Agora, esse tipo de negociação nos levou aonde estamos hoje. Não acho que a inabilidade do Bolsonaro em pensar nesse tipo de acordo o descredencia para se tornar um presidente.

Veja: O que o faria não estar num possível governo Bolsonaro?

Guedes: Eu acredito num cenário de um sujeito chegando para acabar com a velha política, que foi condenada à morte pela Lava-Jato. Esse sujeito representa a ordem. Então, eu não vou me negar a dar a ele o progresso das ideias liberais para ajudar esse governo a acontecer. Estou com ele 100%. Agora, se a mídia detonar o cara, nenhum partido der governabilidade e ele mesmo não quiser fazer as reformas, o que eu vou fazer? Não sou suicida nem idiota. Estou lutando por uma grande visão. Se ninguém entender, como já aconteceu antes, paciência. No Plano Cruzado, quando eu dizia que tudo ia dar errado, me chamavam de Beato Salu (referência ao místico personagem da novela Roque Santeiro). Eu estou seguro da história que vislumbro. Tive a visão do Luciano ­Huck muito antes de Fernando Henrique, que chegou atrasado. Saí da bolha e vi o Bolsonaro subindo. Acho que estou no caminho certo. O Bolsonaro não está fazendo nada de errado. São os políticos que têm de se reinventar. Escutei algo parecido do Eduar­do Campos pouco antes de sua morte. Perguntei por que ele não estava com Lula, como sempre esteve. Ele me disse: “Não sou santo, fiz política do jeito que todo mundo sempre fez. Só que não dá mais, isso vai acabar mal”. O cara era sagaz. Morreu.

 

Publicado em VEJA de 22 de agosto de 2018, edição nº 2596

Ezequiel finaliza agenda com grande mobilização em Espírito Santo, no Agreste

Ao lado do prefeito Fernando Teixeira (PSDB) e de correligionários, o deputado Ezequiel Ferreira (PSDB) participou de grande passeata e comício em Espírito Santo, no Agreste Potiguar, na noite de domingo (26).

“Este domingo é histórico para mim. A tarde recebi a adesão para minha reeleição do deputado Dison e de seu grupo político em Goianinha. Na noite deste mesmo domingo sou recebido por uma multidão que me enche de orgulho, mas também redobra o meu compromisso com todos aqui de Espírito Santo”, disse o deputado Ezequiel Ferreira.

O governador Robinson Faria (PSD), o deputado federal Fábio Faria (PSD), o deputado Estadual Dison Lisboa (PSD) e o prefeito de Goianinha, Berg Lisboa (PSD), que estão com Ezequiel também participaram do comício.

Centenas de amigos e correligionários participaram da mobilização que antes tinha previsão de ser apenas uma reunião política de prestação de contas, mas se tornou num imenso ato com direito a passeata pelas ruas do município. Lideraram a mobilização, além do prefeito Fernando Teixeira, o vice-prefeito Luiz Antônio Venceslau, os vereadores: Andson da Silva, Adilson Campos, Daize, Maria Fernanda, Ednalva Paulino, Naldo do Picolé, Maria da Pia Costa Silva e Evânia.

Ezequiel comemorou as obras de restauração da RN-003, a conquista de mais uma viatura policial e a implantação do programa de microcrédito para ajudar na rede produtiva da cidade.

O deputado ainda prestou contas dos pleitos que tem feito para Espírito Santo nos setores de Recursos Hídricos: Solicitou instalação e perfuração de poços tubulares nos distritos de: Carnaúba, Miranda, Retiro Tabocas, Cascavel, Porção, Riachão e Cachoeira. Segurança: Solicitou uma viatura policial e aumento do efetivo policial militar e melhores condições de trabalho para a polícia militar. Saúde: Solicitou uma ambulância. E, para Infraestrutura: Sugeriu convênio entre o município e o Estado para drenagem e pavimentação de ruas, além de que fosse construído um ginásio poliesportivo.

“PF envia a Moro e-mails de Marcelo Odebrecht sobre terreno para Instituto Lula

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“A perícia da Polícia Federal (PF) enviou ao juiz Sergio Moro um novo laudo, com 27 páginas, exclusivamente sobre mensagens recuperadas do computador do empresário Marcelo Odebrecht. O laudo pericial, de 20 de julho, foi anexado no último dia 16 na ação penal sobre supostas propinas da empreiteira ao ex-presidente Lula que incluiriam um terreno de R$ 12,5 milhões para abrigar o Instituto Lula e cobertura vizinha à residência do petista, de R$ 504 mil, em São Bernardo.”

“A Operação Lava Jato afirma que o terreno na Rua Dr. Haberbeck Brandão, nº 178, em São Paulo, que abrigaria o instituto foi comprado em nome da DAG Construtora com recursos da Construtora Norberto Odebrecht. Na denúncia, o Ministério Público Federal apontou que a aquisição foi intermediada, em 2010, pelo então deputado federal Antonio Palocci, que mantinha contato com Marcelo Odebrecht e com o executivo da empreiteira Paulo Melo, na época, na Odebrecht Realizações Imobiliárias.

O negócio, indicam os procuradores, teve o envolvimento do advogado Roberto Teixeira, compadre de Lula, e do pecuarista José Carlos Bumlai.

“Esta é a terceira ação penal da Lava Jato contra Lula em Curitiba, sob responsabilidade do juiz Moro. No primeiro processo, do triplex do Guarujá, Lula pegou 12 anos e um mês de reclusão, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Lula está preso desde abril em Curitiba. O segundo processo é sobre o sítio de Atibaia.

 

 

Fonte: https://www.gazetadopovo.com.br/politica/republica/pf-envia-a-moro-e-mails-de-marcelo-odebrecht-sobre-terreno-para-instituto-lula-41iob9twmlq8h43su3gjziaqu

Carlos Eduardo percorre 22 ruas em carreata com Kadu e Rosalba

Uma carreata percorrendo 22 ruas agitou a noite de sábado (25/08) em Mossoró. Em clima de festa, os candidatos a governador, Carlos Eduardo (PDT) e a vice-governador, Kadu Ciarlini (PP) cumpriram programação com a prefeita Rosalba Ciarlini (PP).

Da largada, no Largo da Cobal até o encerramento na comunidade Ferro de Engomar, Carlos Eduardo, Kadu e Rosalba foram saudados pelas pessoas que deixavam suas casas para cantar músicas de campanha e declarar o voto na coligação 100%RN (PDT/PP/MDB/Podemos/DEM).

Carlos Eduardo, entusiasmado pela receptividade popular, disse que a maratona foi um marco na disputa eleitoral e deixou clara a decisão dos mossoroenses de mudar o atual estágio de caos por que passa o Rio Grande do Norte. “Muita alegria e disposição nos deixam mais convictos de estar no caminho certo, de ter as melhores propostas e experiência comprovada na prefeitura de Natal para mudar o Estado”.

O candidato a vice-governador seguiu o mesmo tom e afirmou estar diante de um desafio estimulante do qual não tem qualquer receio: “Quem nasce neste chão não tem medo de desafio”, pontuou Kadu Ciarlini.

A carreata percorreu as seguintes localidades: Largo da Cobal, Paredões, Santo Antônio, Estrada da Raiz, Santa Helena, Centro e Ferro de Engomar. Foram três horas de mobilização marcando o início da campanha de rua em Mossoró.

Parecer do senador Garibaldi Alves é contra os concurseiros do Brasil

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O senador Garibaldi Alves foi designado relator da PEC – Projeto de Emenda à Constituição do senador do PT Wellington Dias que desobriga o serviço público convocar impreterivelmente os aprovados no prazo de dois anos, como é previsto na atual legislação.
O parecer do senador Garibaldi Alves cria um dispositivo que o prefeito, governador ou presidente da República, suspenda administrativamente o prazo de convocação por decreto observando situações dos municípios, estados e união.. A rigor, aprovada o parecer do senador Garibaldi Alves, os concurseiros aprovados em concursos públicos não terão garantia de que serão convocados.
Isso ocorrendo, os concurseiros irão estudar, pagar cursinhos e fazerem papel de papangu..  Como Garibaldi Alves trabalha calado e tem uma ruma de blog babões tratando dele, o Blog do Primo tomou conhecimento e mostra a facada que Garibaldi Alves está dando nos jovens que estudam com sacrifício para passarem nos concursos e ficarem chupando o dedo esperando uma convocação que poderá não ocorrer nunca..
Veja cópias do parecer à PEC:

 

 

Fonte: http://www.jornalfolharegional.com.br/parecer-do-senador-garibaldi-alves-e-uma-facada-nas-costas-dos-concurseiros/

Ezequiel recebe adesão do deputado Dison e do prefeito de Goianinha no Agreste Potiguar

Neste domingo (26), o deputado Dison Lisboa e o prefeito de Goianinha, Berg Lisboa anunciaram apoio do seu grupo à reeleição do deputado estadual Ezequiel Ferreira (PSDB).

“Este é um momento importante da política do Agreste Potiguar. Ter Ezequiel junto e segurando a bandeira do desenvolvimento para região é sinal de que o povo agresteiro pode esperar que o ritmo de novas conquistas será ainda mais acelerado”, disse O deputado Dison ao saudar Ezequiel diante de amigos e correligionários.

O governador Robinson Faria, o deputado federal Fábio Faria e lideranças de todo o Agreste Potiguar prestigiaram o encontro.

MPF dá posição favorável para Styvenson seguir em campanha para o senado

Foto; da Internet

O Ministério Público Federal deu parecer favorável a continuação da candidatura do Cap. Styvenson Valentim (REDE) para o senado. O capitão foi questionado na justiça quado o impetrante disse que ele não havia se afastado a tempo da corporação da Polícia Militar do Rio Grande do Norte.

A Procuradora Regional Eleitoral, Cibele Benevides Guedes da Fonseca diz que não viu impedimento para Styvenson e que ele se filiou a tempo hábil para disputar o pleito no dia 07 de outubro.

Veja o despacho:

 

Quatro pessoas são mortas em tiroteio durante torneio de videogame na Flórida

Um tiroteio em um movimentado shopping center em Jacksonville, na Flórida, neste domingo deixou vários mortos, incluindo o suspeito, um homem branco, segundo o xerife local, que não forneceu a identidade do suposto agressor. A Associated Press, citando uma fonte próxima à investigação, relata que o número de mortos subiu para quatro e que o atirador cometeu suicídio no local, uma versão que ainda não recebeu a confirmação oficial. Várias vítimas foram transferidas para hospitais, segundo as autoridades.

O evento ocorreu durante um torneio de videogame de futebol americano, do jogo Madden, em um restaurante que estava transmitindo a competição ao vivo pela Internet. Nos vídeos que circulam nas redes sociais, é possível ouvir vários tiros e gritos. Antes de a transmissão ser interrompida, se ouve “É um tiroteio?” e “É uma arma”. De acordo com The New York Times, pouco antes dos tiros começarem, é possível ver um ponto de laser se movendo sobre o peito de um dos jogadores. O jornal afirma que durante o tiroteio houve 12 tiros.

Ambulâncias, carros da polícia e bombeiros chegaram imediatamente e as autoridades bloquearam o local e lançaram o alerta de que ninguém deveria se aproximar. Testemunhas oculares citadas pela mídia local mencionam que viram pessoas feridas sendo transportadas em macas. A polícia local pediu pelo Twitterque aqueles que haviam se escondido do tiroteio nas instalações do shopping ligassem para o número de emergência para serem resgatados pelas equipes especiais. O centro comercial tem 20 restaurantes e cerca de 70 lojas e recebe milhares de visitas de vizinhos e turistas a cada ano.

 

Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/08/26/internacional/1535308945_111530.html

Carlos Eduardo caminha no comércio em Mossoró e afirma que emprego será prioridade

Uma caminhada no comércio marcou neste sábado (25/08) o início da agenda do candidato a governador pela coligação 100%RN (PDT/PP/MDB/Podemos/DEM), ex-prefeito de Natal, Carlos Eduardo em Mossoró.

Acompanhados pela prefeita Rosalba Ciarlinin (PP), Carlos Eduardo (PDT) e seu candidato a vice-governador, publicitário Kadu Ciarlini (PP), conversaram com lojistas, consumidores, ambulantes e foram recebidos com entusiasmo.

Carlos Eduardo explicou a cada interlocutor que a parceria com a iniciativa privada para a retomada dos empregos perdidos pelo descaso do atual governo “será prioridade” na sua gestão. Ainda neste sábado, às 17 horas, Carlos EduardoKadu e Rosalba comandam carreata por vários bairros de Mossoró.

PM prende quadrilha de assaltantes em flat na Zona Sul de Natal

Material foi apreendido pelos PMs do Batalhão de Choque dentro do flat em Ponta Negra (Foto: Divulgação/PM)
Material foi apreendido pelos PMs do Batalhão de Choque dentro do flat em Ponta Negra (Foto: Divulgação/PM)

G1RN – Quatro homens foram presos na manhã deste domingo (26) suspeitos de realizarem vários assaltos em Natal e outras cidades da Região Metropolitana. Eles estavam hospedados em um flat no bairro de Ponta Negra, Zona Sul da capital potiguar.

De acordo com o sargento Adriano Chaves, do Batalhão de Choque da Polícia Militar, a ação começou após uma denúncia. “Recebemos a informação de que o grupo de homens que fez vários assaltos durante a noite (do sábado) em Capim Macio estava hospedado em um flat e fomos até lá”, conta.

Ainda segundo o sargento, ao chegarem no prédio, que fica no conjunto Alagamar, foram recebidos por um morador, que autorizou a entrada. Em seguida, os PMs foram até o apartamento indicado, onde encontraram os suspeitos e o material roubado.

No local, foram apreendidos 10 celulares, câmeras de filmagem profissionais, equipamentos de gravação, três armas, um simulacro de pistola, chaves de carros, além de várias roupas, que teriam sido levadas na semana passada de uma loja que fica em Parnamirim por esse mesmo grupo de assaltantes.

Os quatro homens foram conduzidos para a Delegacia de Plantão da Zona Sul e autuados. Na garagem do prédio também foi apreendido um Gol, que, de acordo com a polícia, estava sendo usado pelos criminosos para cometer os assaltos.

IEADERN: virou mania, pois o presidente fez mais um documento falsificado

Na ânsia de fazer o registro de sua presidência no 2º Ofício de Notas o Pr. Martim Alves da Silva aproveitou-se do senil, Pr. Zé Neco, para assinar no lugar do Pr. José Wellington Bezerra da Costa um documento apócrifo, isto é, mais um documento falsificado, já que aquela reunião não aconteceu.

Calma! Explico.

No documento falsificado com o titulo de “Termo de Posse” diz em seu texto que no dia 10 de março de 2012, às 20:30 horas o Pr. José Wellington Bezerra da Costa, presidente da Convenção Geral das Assembleia de Deus no Brasil, CGADB, se fez presente na sede da IEADERN, e presidiu a posse do pastor Martim, em um culto, na presença de muitos membros e pastores, em um evento na Central. Fato esse que não aconteceu.

Todos devem lembrar que na data e hora que diz o tal documento estávamos congregados no Ginásio Nélio Dias, na Zona Norte de Natal em uma festa de posse do referido Pr. Martim Alves. Posse ilegal, dita por alguns, inclusive por este que aqui vos escreve.

Naquele mesmo dia, 10/03/2012, não houve nenhum evento na sede da IEADERN, haja vista, todos os pastores e os demais membros estavam no Ginásio, em um evento que durou das 17:00 até as 22:00 horas. Ninguém sabe o porquê de tal documento mentiroso ter sido produzido.

Vejam a que ponto chegou a Diretoria da IEADERN e da CEMADERN. Pois não dá para acreditar que os pastores queiram ficar mais uma vez em silêncio pelo medo de ser punido por um presidente que já está totalmente desajustado.

Pois há formas sensatas de se fazer com que a justiça de Deus esteja dentro da IEADERN e esta venha prevalecer. A justiça de Deus deve começar por dentro de sua casa, reza as Escrituras Sagradas.

A Assembleia Ministerial da IEADERN tem como punir o seu presidente como manda o Estatuto, em caso de falta grave, como é o caso deste fato aqui exposto, pois em seu Art. 25, incisos IX e X diz que a AM pode instaurar procedimento disciplinar contra o seu presidente, e até afastá-lo do cargo, caso seja verdadeiro os fatos contra ele apresentado.

Mas o que fez o senhor presidente, Martim Alves, com o intento de acobertar os seus pecados contra a sociedade cristã que ali se congrega. Ele excluiu sem provas o Pr. Eliseu Moreira quando este já havia se desligado da IEADERN; simulou a exclusão deste diácono, Laurivan de Sousa por este ter enfrentado os erros que ele praticava; (ele que me colocou primeiro na justiça criminal); mandou dispensar os serviços do Pr. Ilmar Ferreira, por telefone, quando este havia pastoreado, sem remuneração, dezenas de igrejas da IEADERN na Capital; fez os procedimentos disciplinares contra os pastores Marco Aurélio, Misael Dantas e Ivan Gonçalves, com o intuito de fazer calar os que lhes contrariam.

O Pr. Martim Alves só não disciplinou o Pr. Hilton Andrade porque fui chamado por um presbítero para dá auxilio ao pastor que estava sendo perseguido, o que fiz com muita satisfação, embora tenha discordado de algumas atitudes do Pr. Hilton. Mas, se não fosse aquele processo ter sido reaberto com a causa de discussão da ATA falsificada de 23 de dezembro de 2011, o Pr. Hilton já estaria excluído da IEADERN, já que o presidente não precisa de que haja pecado para ele aplicar suas disciplinas.

Até quando a IEADERN vai ficar acuada? Reproduzo a fala do Mestre Jesus: IEADERN, “Quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintos debaixo das asas, e tu não quiseste.”

Perdoe-me por parafrasear o grande Mestre. Mas há muito clamo por este meio de comunicação de que os senhores podem enfrentar esses erros e salvarem a IEADERN.

VEJA O DOCUMENTO FALSIFICADO:

DOCUMENTO FALSIFICADO

 

ESTE ABAIXO É UMA  AMPLIAÇÃO DO DOCUMENTO ACIMA

No Mato Grande, Ezequiel reúne lideranças de Pedra Grande e Caiçara do Norte e debate ações

A cidade de Pedra Grande, na região Mato Grande foi visitada neste sábado (25) pelo deputado Ezequiel Ferreira (PSDB). No contato com as lideranças e como vem fazendo em todas as regiões, fez uma prestação de contas do seu trabalho parlamentar com reivindicações, sempre voltadas para impulsionar a economia, o desenvolvimento sustentável e a melhoria da qualidade de vida da população.

“O nosso trabalho parlamentar é desenvolvido com base das informações e das solicitações dos moradores das cidades, pois são eles que sabem quais são as suas reais necessidades. As reivindicações da população chegam por meio das lideranças locais que estão sempre em contato com o nosso gabinete, encaminhando as reivindicações”, afirmou o deputado Ezequiel Ferreira que destacou a vocação de Pedra Grande para o turismo com base nas suas praias e da beleza das dunas móveis, ao lado do vereador e presidente da Câmara, Pedro Henrique, que organizou o encontro do deputado com a população.

De Pedra Grande, o prefeito Valdemir que apoia o deputado José Dias (PSDB), também presente ao evento, além dos vereadores Agricio, Lúcia, Fabinho, Rangel e Piaba, que reforçam o nome de Ezequiel no município sob a liderança do PSD residente da Câmara, Pedro Henrique. De Caiçara do Norte, os vereadores Edinho, Joãozinho e Janailton que também levaram amigos e lideranças do seu município.

Vários temas foram debatidos como Perfuração de poços: reforma de escolas; Vila Cidadã; raquetes de palmas forrageiras; restaurante popular; Moradia Cidadã e Moradia Cidadão Servidor; Pro Moradia; Cartão Reforma Estadual e Federal; Ronda Cidadã; construção de Quadras Poliesportivas nas comunidades Enxó Queimado e Barreiros; aumento de Efetivo Policial; Sistema de vídeo monitoramento: Saneamento básico.

Além dos pleitos já citados, Ezequiel fez o requerimento para: Pavimentação de Ruas; Barragens Submersas; Pavimentação e drenagem da estrada que liga Pedra Grande a Enxu Queimado e a retomada da obra da Adutora Boqueirão que levará água a várias comunidades de Pedra Grande, Jandaíra e Parazinho estão na lista dos benefícios requeridos pelo deputado Ezequiel, somente este ano.

Imagem em post sobre “Relatório da ONU favorável a Lula” tem conteúdo enganoso

FALSO: Não se trata de um relatório, e sim de um pedido do Comitê de Direitos Humanos da ONU para Lula poder disputar a eleição presidencial de 2018, dar entrevistas e se reunir livremente com petistas antes de se esgotarem todos os recursos na Justiça brasileira. O documento é das Nações Unidas, mas é impreciso dizer que a autoria é da organização como um todo. Na verdade, é de um de seus órgãos internos. Em tese, o pedido é obrigatório, mas não há modo legal de o Comitê ou mesmo a ONU forçarem o seu cumprimento ou de retaliarem o Brasil.

Resultado de imagem para Lula
Foto: Sérgio Lima/Poder360 – 9.out.2017

 

Fonte: https://especiais.gazetadopovo.com.br/eleicoes/2018/fake-news/imagem-em-post-sobre-relatorio-da-onu-favoravel-lula-tem-conteudo-enganoso/

Carlos Eduardo em Mossoró no domingo,26, mas vai a Baraúnas e Apodi

O candidato ao governo do Rio Grande do Norte, Carlos Eduardo Alves, PDT, permanecerá na cidade de Mossoró, onde faz campanha. Mas pela manhã irá a feira da cidade de Baraúnas.

AGENDA DOMINGO (26/08/18)
Região Oeste
07:00 – Baraúnas: Visita a feira;
10:00 – Mossoró: Caminhada em Passagem de Pedras;
17:30 – Apodi: Lançamento da Candidatura à Deputada Estadual de Gorete Silveira.